
A Polícia Federal (PF) encaminhou ao Ministério da Justiça um projeto de portaria que propõe um aumento significativo na taxa de emissão do passaporte nacional. Se aprovado, o valor para o passaporte comum saltaria dos atuais R$ 257,25 para cerca de R$ 430 — um aumento de 67,16%. A PF justifica que a taxa está congelada desde 2015, enquanto os custos de produção e segurança dispararam com a inflação. (jusbrasil.com.br)
Pela legislação brasileira, a PF é responsável pela impressão dos passaportes, mas a receita é arrecadada pela Fazenda; o financiamento dos passaportes em branco só é liberado após aprovação orçamentária pelo Congresso. Repetidos déficits entre 2023 e 2025 fizeram com que alguns consulados emitissem apenas passaportes emergenciais. A PF argumenta que uma taxa maior, corrigida pela inflação, é essencial para garantir o fornecimento contínuo e manter os padrões de segurança da ICAO.
Para programas de mobilidade global, a proposta vai além de uma simples questão contábil. Grandes multinacionais costumam reembolsar seus funcionários pelos documentos de viagem; um aumento de 67% elevaria o custo de integração por colaborador em cerca de US$ 35, considerando a cotação atual. Se familiares forem incluídos, os orçamentos de realocação podem aumentar em centenas de dólares por funcionário.
O Ministério da Justiça ainda não definiu um cronograma para a consulta pública, mas autoridades indicam que a nova tarifa pode entrar em vigor já no terceiro trimestre de 2026, caso seja aprovada pelo Comitê Interministerial de Preços. Analistas preveem resistência do setor de turismo, que teme que o público mais sensível a preços adie viagens internacionais.
Recomendação: gestores de mobilidade devem antecipar renovações de passaportes pendentes para viajantes essenciais e atualizar as projeções de custos para as realocações de 2026. Empresas que subsidiam documentos pessoais de viagem podem precisar revisar suas políticas de realocação para refletir o aumento iminente.
Pela legislação brasileira, a PF é responsável pela impressão dos passaportes, mas a receita é arrecadada pela Fazenda; o financiamento dos passaportes em branco só é liberado após aprovação orçamentária pelo Congresso. Repetidos déficits entre 2023 e 2025 fizeram com que alguns consulados emitissem apenas passaportes emergenciais. A PF argumenta que uma taxa maior, corrigida pela inflação, é essencial para garantir o fornecimento contínuo e manter os padrões de segurança da ICAO.
Para programas de mobilidade global, a proposta vai além de uma simples questão contábil. Grandes multinacionais costumam reembolsar seus funcionários pelos documentos de viagem; um aumento de 67% elevaria o custo de integração por colaborador em cerca de US$ 35, considerando a cotação atual. Se familiares forem incluídos, os orçamentos de realocação podem aumentar em centenas de dólares por funcionário.
O Ministério da Justiça ainda não definiu um cronograma para a consulta pública, mas autoridades indicam que a nova tarifa pode entrar em vigor já no terceiro trimestre de 2026, caso seja aprovada pelo Comitê Interministerial de Preços. Analistas preveem resistência do setor de turismo, que teme que o público mais sensível a preços adie viagens internacionais.
Recomendação: gestores de mobilidade devem antecipar renovações de passaportes pendentes para viajantes essenciais e atualizar as projeções de custos para as realocações de 2026. Empresas que subsidiam documentos pessoais de viagem podem precisar revisar suas políticas de realocação para refletir o aumento iminente.
Fonte: Jusbrasil