
Companhias aéreas e viajantes que utilizam o Aeroporto Internacional de Natal–Gov. Aluízio Alves (NAT), no Rio Grande do Norte, têm um mês para se preparar para uma nova rodada de reajustes tarifários. No dia 9 de fevereiro de 2026, o veículo local O Poti informou que a concessionária do aeroporto aumentará as taxas de embarque, conexão e uso da área aérea a partir de 10 de março, após autorização da ANAC, a agência reguladora de aviação civil do Brasil, concedida em dezembro de 2025.
A taxa de embarque — cobrada de todos os passageiros que partem — subirá 8%, passando para R$ 44,40 em voos internacionais e R$ 34,11 em voos domésticos. As companhias aéreas também pagarão mais por pouso, estacionamento, manuseio de carga e uso da ponte de embarque. Segundo a concessionária, o reajuste segue a fórmula de indexação à inflação prevista no contrato de concessão e financiará a manutenção da pista e melhorias planejadas no hall de desembarque para a alta temporada de 2026.
Para os compradores de viagens corporativas, o aumento refletirá diretamente no preço das passagens: as companhias brasileiras costumam repassar os reajustes das taxas aeroportuárias por meio de cobranças adicionais semelhantes ao combustível. Gestores de viagens corporativas com projetos na região Nordeste devem esperar tarifas aéreas um pouco mais altas entre São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília para Natal no segundo trimestre.
Consultores de risco em viagens destacam que o NAT registrou 3,4 milhões de passageiros em 2025 — um recorde para o aeroporto —, portanto, qualquer mudança na demanda devido ao aumento de custos pode impactar a ocupação dos voos e a programação. Empresas com rotações de tripulação em projetos de energia e renováveis na costa potiguar podem considerar renegociar contratos de tarifa fixa antes de março.
Não são esperadas alterações nas estruturas das taxas de segurança ou nos indicadores de qualidade dos serviços aeroportuários, mas a ANAC acompanhará o cumprimento das obrigações de investimento vinculadas ao aumento tarifário, incluindo melhorias no Wi-Fi e a instalação de mais e-gates para a Polícia Federal.
A taxa de embarque — cobrada de todos os passageiros que partem — subirá 8%, passando para R$ 44,40 em voos internacionais e R$ 34,11 em voos domésticos. As companhias aéreas também pagarão mais por pouso, estacionamento, manuseio de carga e uso da ponte de embarque. Segundo a concessionária, o reajuste segue a fórmula de indexação à inflação prevista no contrato de concessão e financiará a manutenção da pista e melhorias planejadas no hall de desembarque para a alta temporada de 2026.
Para os compradores de viagens corporativas, o aumento refletirá diretamente no preço das passagens: as companhias brasileiras costumam repassar os reajustes das taxas aeroportuárias por meio de cobranças adicionais semelhantes ao combustível. Gestores de viagens corporativas com projetos na região Nordeste devem esperar tarifas aéreas um pouco mais altas entre São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília para Natal no segundo trimestre.
Consultores de risco em viagens destacam que o NAT registrou 3,4 milhões de passageiros em 2025 — um recorde para o aeroporto —, portanto, qualquer mudança na demanda devido ao aumento de custos pode impactar a ocupação dos voos e a programação. Empresas com rotações de tripulação em projetos de energia e renováveis na costa potiguar podem considerar renegociar contratos de tarifa fixa antes de março.
Não são esperadas alterações nas estruturas das taxas de segurança ou nos indicadores de qualidade dos serviços aeroportuários, mas a ANAC acompanhará o cumprimento das obrigações de investimento vinculadas ao aumento tarifário, incluindo melhorias no Wi-Fi e a instalação de mais e-gates para a Polícia Federal.
Fonte: O Poti