
Os Emirados Árabes Unidos e o Reino do Bahrein deram um passo decisivo rumo a viagens regionais sem atritos ao lançar a fase piloto do projeto “One-Point Air Travellers” em 16 de fevereiro de 2026. Pelo programa, cidadãos emiradenses e bareinenses realizam todos os procedimentos de imigração, segurança e alfândega no aeroporto de partida — Zayed International, em Abu Dhabi, ou Bahrain International, em Manama — permitindo que desembarquem diretamente na área terrestre do aeroporto de destino.
A iniciativa é implementada pela Autoridade Federal de Identidade, Cidadania, Alfândega e Segurança Portuária dos EAU (ICP), em parceria com o Ministério do Interior do Bahrein e a Secretaria-Geral do Conselho de Cooperação do Golfo (GCC). O processo é sustentado por cadastramento biométrico, portões eletrônicos e plataformas de compartilhamento de dados em tempo real, enquanto ambos os aeroportos instalaram pontos de controle exclusivos para separar o fluxo de passageiros pré-aprovados do tráfego comum.
Para gestores de mobilidade global, o impacto operacional é significativo. Cálculos de duty-of-care para missões de curta duração entre Abu Dhabi e Bahrein agora podem considerar tempos de viagem reduzidos, menor risco de permanência na área de embarque e menos conexões perdidas. Empresas com equipes em trânsito — como contratantes de petróleo e gás, fornecedores de defesa e bancos regionais — poderão recuperar horas produtivas antes perdidas em filas nos halls de chegada.
O ICP informa que o piloto terá duração de seis meses antes de uma avaliação formal. Se bem-sucedido, o modelo poderá ser expandido para o Aeroporto Internacional de Dubai e Dubai World Central, além de voos operados pela Emirates, flydubai e Gulf Air. A longo prazo, autoridades indicam que a tecnologia foi desenvolvida para se integrar ao futuro Visto Turístico Unificado do GCC, preparando o bloco para uma experiência semelhante ao espaço Schengen.
Analistas do setor de viagens veem o projeto como uma vitrine de como identidade biométrica, sistemas avançados de informação ao passageiro e cooperação regulatória transfronteiriça podem reduzir riscos no crescimento da capacidade pós-pandemia. À medida que os hubs do Golfo competem pelo tráfego de conexão, velocidade e previsibilidade tornam-se diferenciais-chave — e os EAU sinalizam que pretendem se manter na vanguarda.
A iniciativa é implementada pela Autoridade Federal de Identidade, Cidadania, Alfândega e Segurança Portuária dos EAU (ICP), em parceria com o Ministério do Interior do Bahrein e a Secretaria-Geral do Conselho de Cooperação do Golfo (GCC). O processo é sustentado por cadastramento biométrico, portões eletrônicos e plataformas de compartilhamento de dados em tempo real, enquanto ambos os aeroportos instalaram pontos de controle exclusivos para separar o fluxo de passageiros pré-aprovados do tráfego comum.
Para gestores de mobilidade global, o impacto operacional é significativo. Cálculos de duty-of-care para missões de curta duração entre Abu Dhabi e Bahrein agora podem considerar tempos de viagem reduzidos, menor risco de permanência na área de embarque e menos conexões perdidas. Empresas com equipes em trânsito — como contratantes de petróleo e gás, fornecedores de defesa e bancos regionais — poderão recuperar horas produtivas antes perdidas em filas nos halls de chegada.
O ICP informa que o piloto terá duração de seis meses antes de uma avaliação formal. Se bem-sucedido, o modelo poderá ser expandido para o Aeroporto Internacional de Dubai e Dubai World Central, além de voos operados pela Emirates, flydubai e Gulf Air. A longo prazo, autoridades indicam que a tecnologia foi desenvolvida para se integrar ao futuro Visto Turístico Unificado do GCC, preparando o bloco para uma experiência semelhante ao espaço Schengen.
Analistas do setor de viagens veem o projeto como uma vitrine de como identidade biométrica, sistemas avançados de informação ao passageiro e cooperação regulatória transfronteiriça podem reduzir riscos no crescimento da capacidade pós-pandemia. À medida que os hubs do Golfo competem pelo tráfego de conexão, velocidade e previsibilidade tornam-se diferenciais-chave — e os EAU sinalizam que pretendem se manter na vanguarda.
Fonte: The National