
Em um reflexo da diversidade linguística da Espanha influenciando a política migratória, o governo regional da Catalunha propôs em 19 de fevereiro uma emenda ao próximo decreto real que regulamentará a regularização extraordinária de migrantes. A Generalitat quer que o conhecimento do catalão (e, por extensão, de outras línguas cooficiais) seja considerado um fator positivo na renovação da autorização de residência de um ano.
Segundo a proposta, os migrantes regularizados teriam até a primeira renovação para começar a estudar a língua regional, cabendo a cada comunidade autônoma definir os métodos de avaliação e certificação. O Departamento de Política Linguística da Catalunha se compromete a garantir a oferta de cursos e materiais, com a meta de adicionar 100 mil novos falantes de catalão por ano e alcançar 600 mil até 2030.
Equipes de mobilidade corporativa devem observar que a aprendizagem do idioma pode passar a fazer parte das verificações de conformidade na renovação, semelhante aos cursos de integração na Alemanha ou aos testes de cidadania no Reino Unido. Empregadores com funcionários transferidos para a Catalunha podem precisar facilitar o horário para as aulas ou subsidiar os custos para garantir o status de residência dos colaboradores.
A emenda está alinhada com esforços mais amplos do Pacte Nacional per la Llengua, que já mobilizou 226 municípios. Críticos alertam, porém, que vincular a residência ao idioma pode complicar um processo que se pretende simples e ágil. Madrid ainda não indicou se adotará a cláusula, mas outras regiões bilíngues, como Valência e País Basco, acompanham o tema de perto.
Se aprovada, a medida pode estabelecer um precedente para critérios regionais de integração no sistema migratório espanhol, adicionando uma nova camada ao planejamento de realocação e à conformidade de recursos humanos.
Segundo a proposta, os migrantes regularizados teriam até a primeira renovação para começar a estudar a língua regional, cabendo a cada comunidade autônoma definir os métodos de avaliação e certificação. O Departamento de Política Linguística da Catalunha se compromete a garantir a oferta de cursos e materiais, com a meta de adicionar 100 mil novos falantes de catalão por ano e alcançar 600 mil até 2030.
Equipes de mobilidade corporativa devem observar que a aprendizagem do idioma pode passar a fazer parte das verificações de conformidade na renovação, semelhante aos cursos de integração na Alemanha ou aos testes de cidadania no Reino Unido. Empregadores com funcionários transferidos para a Catalunha podem precisar facilitar o horário para as aulas ou subsidiar os custos para garantir o status de residência dos colaboradores.
A emenda está alinhada com esforços mais amplos do Pacte Nacional per la Llengua, que já mobilizou 226 municípios. Críticos alertam, porém, que vincular a residência ao idioma pode complicar um processo que se pretende simples e ágil. Madrid ainda não indicou se adotará a cláusula, mas outras regiões bilíngues, como Valência e País Basco, acompanham o tema de perto.
Se aprovada, a medida pode estabelecer um precedente para critérios regionais de integração no sistema migratório espanhol, adicionando uma nova camada ao planejamento de realocação e à conformidade de recursos humanos.
Fonte: Europa Press Catalunya
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