
O painel semanal da Agência da ONU para Refugiados sobre a Itália, divulgado em 23 de fevereiro, apresenta um cenário misto para os planejadores de mobilidade corporativa. As chegadas por via marítima no ano até o momento somam 9.740 pessoas — cerca de 12% a mais que no mesmo período de 2025, mas ainda bem abaixo da média quinquenal pré-pandemia. O Mediterrâneo Central continua sendo a rota predominante, respondendo por 88% dos desembarques, com Guiné, Tunísia e Bangladesh liderando a lista de nacionalidades.
Destaca-se que a proporção de pessoas classificadas como “potencialmente empregáveis” (homens entre 18 e 34 anos) subiu para 56%, ante 48% no ano passado, um grupo demográfico frequentemente aproveitado pelos empregadores italianos do setor agroindustrial e logístico dentro da cota anual do programa Flussi.
No entanto, os atrasos no processamento persistem: até agora, em 2026, foram emitidas apenas 3.160 decisões de asilo em primeira instância, e as taxas de reconhecimento caíram para 41%, devido à aplicação de critérios mais rigorosos sobre países de origem considerados seguros. O ministério do interior reagiu realocando agentes de asilo de prefeituras do norte, menos impactadas, para regiões críticas na Sicília e Calábria.
Essa medida deve reduzir o tempo de permanência nos centros de acolhimento — atualmente em média 38 dias — diminuindo o risco de deslocamentos secundários em direção às fronteiras do norte, que podem desencadear controles ad hoc prejudiciais ao trânsito legítimo de negócios transfronteiriços.
Para as empresas que contratam dentro das cotas do Decreto Flussi 2026–2028, o aumento no número de chegadas pode ampliar o grupo de candidatos elegíveis para a conversão do status de requerente de asilo para permissão de trabalho após seis meses. As equipes de RH devem manter contato com os patronatos para acompanhar o andamento dos casos individuais e antecipar possíveis dificuldades documentais, especialmente para nacionalidades com altas taxas de rejeição.
Destaca-se que a proporção de pessoas classificadas como “potencialmente empregáveis” (homens entre 18 e 34 anos) subiu para 56%, ante 48% no ano passado, um grupo demográfico frequentemente aproveitado pelos empregadores italianos do setor agroindustrial e logístico dentro da cota anual do programa Flussi.
No entanto, os atrasos no processamento persistem: até agora, em 2026, foram emitidas apenas 3.160 decisões de asilo em primeira instância, e as taxas de reconhecimento caíram para 41%, devido à aplicação de critérios mais rigorosos sobre países de origem considerados seguros. O ministério do interior reagiu realocando agentes de asilo de prefeituras do norte, menos impactadas, para regiões críticas na Sicília e Calábria.
Essa medida deve reduzir o tempo de permanência nos centros de acolhimento — atualmente em média 38 dias — diminuindo o risco de deslocamentos secundários em direção às fronteiras do norte, que podem desencadear controles ad hoc prejudiciais ao trânsito legítimo de negócios transfronteiriços.
Para as empresas que contratam dentro das cotas do Decreto Flussi 2026–2028, o aumento no número de chegadas pode ampliar o grupo de candidatos elegíveis para a conversão do status de requerente de asilo para permissão de trabalho após seis meses. As equipes de RH devem manter contato com os patronatos para acompanhar o andamento dos casos individuais e antecipar possíveis dificuldades documentais, especialmente para nacionalidades com altas taxas de rejeição.
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