
O renovado Esquema de Entrada por Investimento de Capital (CIES) de Hong Kong atingiu um marco simbólico apenas 14 meses após sua reabertura. Segundo o portal de migração por investimento IMI Daily, a InvestHK confirmou em 4 de março de 2026 que um total acumulado de 3.166 candidatos principais apresentou seus dossiês, comprometendo juntos cerca de HK$ 95 bilhões (US$ 12,1 bilhões) em ativos qualificados. O ritmo de interesse acelerou significativamente após o governo flexibilizar as regras de verificação de ativos em março de 2025, permitindo a propriedade conjunta familiar do limite de HK$ 30 milhões em ativos líquidos e reduzindo o período mínimo de manutenção de 24 para seis meses.
As inscrições no segundo ano (2.248) foram 145% maiores que no primeiro, indicando que o programa está ganhando reconhecimento entre indivíduos de alto patrimônio líquido (HNWIs) na China continental e no Sudeste Asiático. A categoria de fundos autorizados pela Comissão de Valores Mobiliários e Futuros (SFC) capturou até agora a maior fatia do investimento confirmado (HK$ 21,4 bilhões), seguida por ações listadas (HK$ 16,1 bilhões) e instrumentos de dívida (HK$ 5,3 bilhões).
As políticas continuam sendo ajustadas. A partir de 1º de março de 2026, os candidatos poderão usar uma empresa holding privada recém-incorporada, eliminando a necessidade de aguardar seis meses antes da aplicação, removendo mais um obstáculo processual. O diretor de Imigração, Benson Kwok, atribuiu ao programa o mérito de “apoiar o desenvolvimento sustentável e a competitividade de longo prazo de Hong Kong”, enquanto Alpha Lau, da InvestHK, destacou que os investidores trazem impactos positivos nos setores imobiliário, educacional e de serviços de estilo de vida — áreas que também empregam milhares de especialistas expatriados.
Para gestores de mobilidade global, essa evolução é relevante em vários aspectos. Primeiro, os beneficiários do CIES recebem visto de residência de dois anos com caminho claro para residência permanente após sete anos — uma opção atraente para executivos seniores que se mudam para a Grande China. Segundo, a disposição do governo em continuar ajustando as regras indica estabilidade e competitividade em relação a centros rivais de migração por investimento, como Singapura e Dubai. As empresas devem acompanhar os requisitos de documentação de origem de capital e explorar parcerias com fundos licenciados pela SFC, que se tornaram o principal canal para investimentos em conformidade.
Por fim, o montante de HK$ 95 bilhões, embora ainda não totalmente aplicado, reforça o argumento fiscal para melhorias paralelas em infraestrutura, como a expansão dos portões eletrônicos sem contato e o aumento das cotas de vistos para dependentes. As equipes de RH devem esperar mudanças auxiliares na elegibilidade para extensão de estadia e na simplificação dos processos de renovação online antes do próximo discurso político em outubro.
As inscrições no segundo ano (2.248) foram 145% maiores que no primeiro, indicando que o programa está ganhando reconhecimento entre indivíduos de alto patrimônio líquido (HNWIs) na China continental e no Sudeste Asiático. A categoria de fundos autorizados pela Comissão de Valores Mobiliários e Futuros (SFC) capturou até agora a maior fatia do investimento confirmado (HK$ 21,4 bilhões), seguida por ações listadas (HK$ 16,1 bilhões) e instrumentos de dívida (HK$ 5,3 bilhões).
As políticas continuam sendo ajustadas. A partir de 1º de março de 2026, os candidatos poderão usar uma empresa holding privada recém-incorporada, eliminando a necessidade de aguardar seis meses antes da aplicação, removendo mais um obstáculo processual. O diretor de Imigração, Benson Kwok, atribuiu ao programa o mérito de “apoiar o desenvolvimento sustentável e a competitividade de longo prazo de Hong Kong”, enquanto Alpha Lau, da InvestHK, destacou que os investidores trazem impactos positivos nos setores imobiliário, educacional e de serviços de estilo de vida — áreas que também empregam milhares de especialistas expatriados.
Para gestores de mobilidade global, essa evolução é relevante em vários aspectos. Primeiro, os beneficiários do CIES recebem visto de residência de dois anos com caminho claro para residência permanente após sete anos — uma opção atraente para executivos seniores que se mudam para a Grande China. Segundo, a disposição do governo em continuar ajustando as regras indica estabilidade e competitividade em relação a centros rivais de migração por investimento, como Singapura e Dubai. As empresas devem acompanhar os requisitos de documentação de origem de capital e explorar parcerias com fundos licenciados pela SFC, que se tornaram o principal canal para investimentos em conformidade.
Por fim, o montante de HK$ 95 bilhões, embora ainda não totalmente aplicado, reforça o argumento fiscal para melhorias paralelas em infraestrutura, como a expansão dos portões eletrônicos sem contato e o aumento das cotas de vistos para dependentes. As equipes de RH devem esperar mudanças auxiliares na elegibilidade para extensão de estadia e na simplificação dos processos de renovação online antes do próximo discurso político em outubro.
Fonte: IMI Daily
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