
Viajantes de negócios alemães com destino ao Golfo enfrentam nova interrupção: em 12 de março, a Lufthansa estendeu silenciosamente a suspensão dos serviços de passageiros e carga para o Aeroporto Internacional de Dubai (DXB) e Dubai World Central (DWC) no período de 16 a 28 de março. A companhia aérea informa que ambos os aeroportos de Dubai ordenaram “reduções significativas de capacidade”, o que impossibilita a disponibilidade de slots para suas rotas diárias Frankfurt–Dubai. Passagens emitidas até 1º de março para viagens dentro desse período podem ser remarcadas sem custo ou reembolsadas integralmente.
Embora essa medida isente a Lufthansa do pagamento de compensações exigidas pela UE — já que as restrições locais são consideradas uma “circunstância extraordinária” —, deixa as empresas correndo contra o tempo para encontrar alternativas. A Emirates indicou que manterá a maioria dos itinerários em codeshare existentes, mas alertou para a disponibilidade limitada na classe premium. Gestores de viagens com compromissos urgentes estão transferindo passageiros para a Qatar Airways via Doha ou para a Turkish Airlines via Istambul, ambas oferecendo múltiplos voos diários a partir dos principais hubs da Alemanha.
A suspensão em Dubai ocorre após um mês turbulento para a Lufthansa, marcado por uma greve de pilotos de 48 horas, sem relação com o atual problema. O caso também evidencia a rapidez com que as regras de capacidade dos hubs aéreos podem mudar: DXB e DWC geralmente comunicam as reduções de slots com apenas sete dias de antecedência, motivadas por obras, condições climáticas ou restrições geopolíticas.
As empresas devem orientar seus funcionários sobre as regras de validade do e-visa dos Emirados Árabes Unidos, que permitem a maioria dos cidadãos alemães uma estadia gratuita de 90 dias, mas exigem o cancelamento de vistos de entrada única não utilizados antes da emissão de um novo. Quem fizer conexão via Doha ou Istambul também precisa verificar os requisitos de visto de trânsito para colegas não pertencentes à UE.
A Lufthansa afirma estar “trabalhando com as autoridades dos Emirados” para restabelecer pelo menos um serviço mínimo antes do feriado do Eid al-Fitr, no início de abril, mas recomenda que os passageiros não confirmem compromissos em Dubai até que o status dos voos seja confirmado.
Embora essa medida isente a Lufthansa do pagamento de compensações exigidas pela UE — já que as restrições locais são consideradas uma “circunstância extraordinária” —, deixa as empresas correndo contra o tempo para encontrar alternativas. A Emirates indicou que manterá a maioria dos itinerários em codeshare existentes, mas alertou para a disponibilidade limitada na classe premium. Gestores de viagens com compromissos urgentes estão transferindo passageiros para a Qatar Airways via Doha ou para a Turkish Airlines via Istambul, ambas oferecendo múltiplos voos diários a partir dos principais hubs da Alemanha.
A suspensão em Dubai ocorre após um mês turbulento para a Lufthansa, marcado por uma greve de pilotos de 48 horas, sem relação com o atual problema. O caso também evidencia a rapidez com que as regras de capacidade dos hubs aéreos podem mudar: DXB e DWC geralmente comunicam as reduções de slots com apenas sete dias de antecedência, motivadas por obras, condições climáticas ou restrições geopolíticas.
As empresas devem orientar seus funcionários sobre as regras de validade do e-visa dos Emirados Árabes Unidos, que permitem a maioria dos cidadãos alemães uma estadia gratuita de 90 dias, mas exigem o cancelamento de vistos de entrada única não utilizados antes da emissão de um novo. Quem fizer conexão via Doha ou Istambul também precisa verificar os requisitos de visto de trânsito para colegas não pertencentes à UE.
A Lufthansa afirma estar “trabalhando com as autoridades dos Emirados” para restabelecer pelo menos um serviço mínimo antes do feriado do Eid al-Fitr, no início de abril, mas recomenda que os passageiros não confirmem compromissos em Dubai até que o status dos voos seja confirmado.