
A greve de dois dias dos pilotos da Lufthansa, convocada pelo sindicato Vereinigung Cockpit (VC) para os dias 12 e 13 de março, começou com muito menos cancelamentos do que o previsto. Segundo uma atualização divulgada na noite de 12 de março, o cronograma de contingência da companhia permitiu operar “mais de 50% do programa de voos originalmente planejado” e cerca de 60% dos voos de longa distância. Frankfurt e Munique — os dois principais hubs da empresa — foram os mais afetados, mas companhias parceiras do Grupo Lufthansa aumentaram a capacidade das aeronaves e assumiram voos ponto a ponto para manter as rotas comerciais essenciais em funcionamento. Os voos para o Oriente Médio foram excluídos da paralisação por razões geopolíticas, e a Lufthansa Cargo conseguiu operar mais de 80% da sua programação de cargas.
A greve gira em torno da reivindicação do sindicato por maiores contribuições patronais para a previdência dos pilotos e a inclusão das tripulações da CityLine em qualquer acordo. As negociações fracassaram no final da semana passada, desencadeando a paralisação de 48 horas que coincide com o início do pico de viagens de negócios na primavera alemã. A direção da Lufthansa elogiou os pilotos que se voluntariaram para voar e recomendou que todos os passageiros acompanhassem o status de seus voos online, evitando deslocamentos desnecessários ao aeroporto.
Para os gestores de mobilidade corporativa, a interrupção reforça a importância de políticas de bilhetes divididos e acordos com múltiplas companhias aéreas. Compradores de viagens com grande volume na Alemanha relataram o uso de substitutos como Austrian Airlines, Swiss e trens para manter os itinerários intactos. As equipes de compras também destacaram o valor reputacional de manter dados de contato atualizados: passageiros que forneceram números de celular receberam notificações automáticas de remarcação horas antes da partida, evitando longas filas nos balcões de atendimento.
Olhando para o futuro, o VC não descartou novas ações caso não haja acordo. Multinacionais com compromissos urgentes na Alemanha devem, portanto, manter planos de contingência ativos durante todo o mês de março. Os empregadores são lembrados de que, por se tratar de uma greve envolvendo funcionários da própria companhia aérea, as regras de compensação da UE 261 se aplicam — ou seja, viajantes com atrasos superiores a três horas podem ter direito a indenizações financeiras além do suporte de assistência.
A greve gira em torno da reivindicação do sindicato por maiores contribuições patronais para a previdência dos pilotos e a inclusão das tripulações da CityLine em qualquer acordo. As negociações fracassaram no final da semana passada, desencadeando a paralisação de 48 horas que coincide com o início do pico de viagens de negócios na primavera alemã. A direção da Lufthansa elogiou os pilotos que se voluntariaram para voar e recomendou que todos os passageiros acompanhassem o status de seus voos online, evitando deslocamentos desnecessários ao aeroporto.
Para os gestores de mobilidade corporativa, a interrupção reforça a importância de políticas de bilhetes divididos e acordos com múltiplas companhias aéreas. Compradores de viagens com grande volume na Alemanha relataram o uso de substitutos como Austrian Airlines, Swiss e trens para manter os itinerários intactos. As equipes de compras também destacaram o valor reputacional de manter dados de contato atualizados: passageiros que forneceram números de celular receberam notificações automáticas de remarcação horas antes da partida, evitando longas filas nos balcões de atendimento.
Olhando para o futuro, o VC não descartou novas ações caso não haja acordo. Multinacionais com compromissos urgentes na Alemanha devem, portanto, manter planos de contingência ativos durante todo o mês de março. Os empregadores são lembrados de que, por se tratar de uma greve envolvendo funcionários da própria companhia aérea, as regras de compensação da UE 261 se aplicam — ou seja, viajantes com atrasos superiores a três horas podem ter direito a indenizações financeiras além do suporte de assistência.
Fonte: Luftfahrtportal