
Passageiros da easyJet enfrentam grandes transtornos na **segunda-feira, 6 de abril**, após a convocação de uma greve nacional de 24 horas pelo sindicato UNAC, que representa os comissários de bordo na França. Mais de 53% da equipe rejeitou a proposta da companhia para o acordo trabalhista de 2026, citando mudanças de escala de última hora e fadiga crônica. A paralisação atinge todas as bases francesas — incluindo Paris-CDG, Orly, Lyon, Bordeaux, Nice e Toulouse — e coincide com um dos dias mais movimentados de retorno das férias de Páscoa.
Até o momento, a easyJet não divulgou um plano detalhado de contingência, mas afirma que tentará “limitar cancelamentos” convocando tripulações de outras bases na UE, redirecionando aeronaves e permitindo remarcações gratuitas. Para os gestores de mobilidade, o momento é delicado: funcionários que retornam de licença podem perder reuniões importantes na terça-feira, enfrentar problemas com direitos trabalhistas ou ultrapassar o tempo permitido no espaço Schengen caso percam conexões. O RH deve, portanto, monitorar o status dos voos, autorizar previamente despesas com hotéis e lembrar os viajantes de que o Regulamento Europeu EC261 pode garantir compensações em caso de atrasos superiores a três horas.
Historicamente, greves de comissários franceses alcançam adesão entre 60% e 80%, o que poderia paralisar até um terço da malha da easyJet na França — cerca de **250 voos** — com impactos em toda a Europa. Empresas com viagens críticas no dia 6 de abril podem considerar alternativas como trens ou serviços da Air France, que não serão afetados. O conflito evidencia o aumento das tensões trabalhistas na aviação europeia, enquanto as companhias buscam maior utilização pós-pandemia. Caso as negociações não avancem, o UNAC alertou para novas greves de um dia em torno do feriado da Ascensão e do Pentecostes, períodos que coincidem com importantes feiras comerciais europeias.
Até o momento, a easyJet não divulgou um plano detalhado de contingência, mas afirma que tentará “limitar cancelamentos” convocando tripulações de outras bases na UE, redirecionando aeronaves e permitindo remarcações gratuitas. Para os gestores de mobilidade, o momento é delicado: funcionários que retornam de licença podem perder reuniões importantes na terça-feira, enfrentar problemas com direitos trabalhistas ou ultrapassar o tempo permitido no espaço Schengen caso percam conexões. O RH deve, portanto, monitorar o status dos voos, autorizar previamente despesas com hotéis e lembrar os viajantes de que o Regulamento Europeu EC261 pode garantir compensações em caso de atrasos superiores a três horas.
Historicamente, greves de comissários franceses alcançam adesão entre 60% e 80%, o que poderia paralisar até um terço da malha da easyJet na França — cerca de **250 voos** — com impactos em toda a Europa. Empresas com viagens críticas no dia 6 de abril podem considerar alternativas como trens ou serviços da Air France, que não serão afetados. O conflito evidencia o aumento das tensões trabalhistas na aviação europeia, enquanto as companhias buscam maior utilização pós-pandemia. Caso as negociações não avancem, o UNAC alertou para novas greves de um dia em torno do feriado da Ascensão e do Pentecostes, períodos que coincidem com importantes feiras comerciais europeias.
Fonte: Euro Weekly News
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