
A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) do Brasil publicou, em 26 de abril de 2026, novas orientações que alteram imediatamente o que os passageiros podem levar na bagagem de mão em voos domésticos e internacionais. A Instrução atualizada revisa a antiga proibição de baterias de lítio em bagagens despachadas e estabelece limites de watt-hora, quantidades máximas e uma proibição total do uso de power banks durante o voo.
Segundo as novas regras, os passageiros podem levar no máximo dois carregadores portáteis, cada um com capacidade de até 100 Wh. Dispositivos entre 100 Wh e 160 Wh ainda são permitidos, mas somente com autorização prévia por escrito da companhia aérea; modelos acima de 160 Wh estão totalmente proibidos. Todos os power banks devem ser transportados na cabine, com os terminais protegidos contra curto-circuito, e permanecer desligados desde o embarque até o desembarque. O uso da bateria para recarregar celulares ou tablets durante o voo está expressamente proibido.
A ANAC afirma que a reformulação alinha o Brasil às recomendações da ICAO, após uma série de incidentes internacionais em que baterias danificadas pegaram fogo em pleno voo. Em sua nota técnica, a agência lembra que as companhias aéreas têm 30 dias para atualizar seus sites, roteiros de check-in e anúncios pré-embarque, enquanto os concessionários aeroportuários terão 60 dias para instalar nova sinalização nos filtros de segurança. As empresas que não se adequarem podem ser multadas em até R$150 mil e ter voos suspensos.
Para gestores de viagens corporativas, a mudança exige a atualização das listas de itens permitidos e a revisão dos processos de aprovação para funcionários que precisam de baterias de alta capacidade — especialmente engenheiros de campo, jornalistas e criadores de conteúdo profissional. Multinacionais com operações no Brasil também devem garantir que seus viajantes em conexão no país estejam cientes de que as regras podem ser diferentes das aplicadas no local de origem.
Por fim, os passageiros frequentes são aconselhados a verificar a classificação em watt-hora impressa na carcaça dos power banks mais antigos; caso essa informação não esteja disponível, o dispositivo pode ser confiscado na segurança. Cumprir as novas normas desde já evitará atrasos e possíveis custos com remarcações quando começar o pico da temporada de verão no hemisfério norte, em junho.
Segundo as novas regras, os passageiros podem levar no máximo dois carregadores portáteis, cada um com capacidade de até 100 Wh. Dispositivos entre 100 Wh e 160 Wh ainda são permitidos, mas somente com autorização prévia por escrito da companhia aérea; modelos acima de 160 Wh estão totalmente proibidos. Todos os power banks devem ser transportados na cabine, com os terminais protegidos contra curto-circuito, e permanecer desligados desde o embarque até o desembarque. O uso da bateria para recarregar celulares ou tablets durante o voo está expressamente proibido.
A ANAC afirma que a reformulação alinha o Brasil às recomendações da ICAO, após uma série de incidentes internacionais em que baterias danificadas pegaram fogo em pleno voo. Em sua nota técnica, a agência lembra que as companhias aéreas têm 30 dias para atualizar seus sites, roteiros de check-in e anúncios pré-embarque, enquanto os concessionários aeroportuários terão 60 dias para instalar nova sinalização nos filtros de segurança. As empresas que não se adequarem podem ser multadas em até R$150 mil e ter voos suspensos.
Para gestores de viagens corporativas, a mudança exige a atualização das listas de itens permitidos e a revisão dos processos de aprovação para funcionários que precisam de baterias de alta capacidade — especialmente engenheiros de campo, jornalistas e criadores de conteúdo profissional. Multinacionais com operações no Brasil também devem garantir que seus viajantes em conexão no país estejam cientes de que as regras podem ser diferentes das aplicadas no local de origem.
Por fim, os passageiros frequentes são aconselhados a verificar a classificação em watt-hora impressa na carcaça dos power banks mais antigos; caso essa informação não esteja disponível, o dispositivo pode ser confiscado na segurança. Cumprir as novas normas desde já evitará atrasos e possíveis custos com remarcações quando começar o pico da temporada de verão no hemisfério norte, em junho.
Fonte: Notícias Concursos