
A SAC, operadora do aeroporto de Catania–Fontanarossa, confirmou no final do dia 18 de julho que o Terminal A permanecerá fechado por pelo menos mais cinco dias, enquanto os investigadores verificam a segurança estrutural em uma área afetada pelos destroços do incêndio no teto ocorrido em junho. Embora o Ministério Público tenha afirmado que a ordem de apreensão limitada permite tecnicamente a reabertura, a administração do aeroporto citou trabalhos de conformidade pendentes e falta de pessoal.
O fechamento prolongado deixa apenas os Terminais B e C em operação, reduzindo a capacidade em cerca de 30%. As companhias aéreas já haviam reduzido os horários devido às interrupções causadas pela cinza do Etna; o fechamento do terminal está forçando uma consolidação maior dos balcões de check-in e aumentando as filas. As filas para classe executiva e acesso rápido foram suspensas, impactando itinerários corporativos com horários apertados.
Os operadores de solo estimam que serão necessárias 48 horas para reequilibrar os equipamentos assim que a liberação for concedida. Empresas de gestão de viagens (TMCs) estão redirecionando clientes VIP via Malta ou Palermo para garantir a confiabilidade das conexões. Empresas de logística que transportam eletrônicos de alto valor alertam para o aumento dos custos de transporte rodoviário entre Catania e aeroportos alternativos.
O episódio ilustra como eventos em cascata — primeiro um incêndio, depois a cinza vulcânica — podem aumentar o risco operacional em aeroportos com pista única. Especialistas recomendam que organizações com funcionários no leste da Sicília atualizem os protocolos de duty of care e mantenham planos de trabalho remoto prontos.
O fechamento prolongado deixa apenas os Terminais B e C em operação, reduzindo a capacidade em cerca de 30%. As companhias aéreas já haviam reduzido os horários devido às interrupções causadas pela cinza do Etna; o fechamento do terminal está forçando uma consolidação maior dos balcões de check-in e aumentando as filas. As filas para classe executiva e acesso rápido foram suspensas, impactando itinerários corporativos com horários apertados.
Os operadores de solo estimam que serão necessárias 48 horas para reequilibrar os equipamentos assim que a liberação for concedida. Empresas de gestão de viagens (TMCs) estão redirecionando clientes VIP via Malta ou Palermo para garantir a confiabilidade das conexões. Empresas de logística que transportam eletrônicos de alto valor alertam para o aumento dos custos de transporte rodoviário entre Catania e aeroportos alternativos.
O episódio ilustra como eventos em cascata — primeiro um incêndio, depois a cinza vulcânica — podem aumentar o risco operacional em aeroportos com pista única. Especialistas recomendam que organizações com funcionários no leste da Sicília atualizem os protocolos de duty of care e mantenham planos de trabalho remoto prontos.
Fonte: La Sicilia