
Com a segunda fase das eleições presidenciais no Brasil se aproximando, candidatos e gestores de RH voltam a questionar se uma mudança em Brasília facilitará — ou dificultará — a obtenção do visto B-1/B-2 para os EUA. A consultoria Viaggi Vistos publicou, em 14 de outubro, um relatório que analisa duas décadas de taxas de recusa do Departamento de Estado dos EUA e conclui que o ocupante do Palácio do Planalto tem pouco impacto mensurável nesse processo.
Baseando-se nas tabelas oficiais de “Taxa Ajustada de Recusa” de 2006 a 2025, a consultoria observa que as aprovações aumentam em períodos de bom desempenho econômico (com recusa de apenas 3,2% em 2012/2014) e despencam durante recessões e crises, como na pandemia (23,16% no ano fiscal de 2020). Transições políticas em 2011, 2016 e 2023 não apresentam correlação significativa.
Segundo a seção 214(b) da lei de imigração dos EUA, cada caso é avaliado individualmente, e os oficiais consulares dão prioridade aos vínculos pessoais do solicitante, e não à política macro. Para os planejadores de mobilidade, a lição é pragmática: a macroeconomia — e não a política — determina os “vínculos fortes” que os candidatos precisam comprovar. Quando o PIB cresce, os solicitantes tendem a ter empregos mais estáveis, bens e histórico de viagens, aumentando as chances de aprovação; quando a economia encolhe, as recusas aumentam independentemente do partido no poder.
Assim, as empresas devem focar em documentação financeira, cartas de emprego e histórico de viagens, em vez de especular sobre os resultados eleitorais. O relatório aconselha as equipes de RH a preparar os candidatos com expectativas realistas, enfatizar respostas verdadeiras no formulário DS-160 e evitar mitos sobre a influência presidencial. Também recomenda monitorar indicadores econômicos, como desemprego e taxas de câmbio, que os consulados consideram informalmente ao avaliar a intenção de imigração.
Embora não seja uma declaração oficial dos EUA, a análise oferece uma base estatística atual e relevante para empresas brasileiras que planejam orçamentos e cenários de mobilidade para 2027. Ao desvincular a estratégia de vistos da política eleitoral, permite previsões mais precisas sobre prazos e custos de deslocamentos internacionais.
Baseando-se nas tabelas oficiais de “Taxa Ajustada de Recusa” de 2006 a 2025, a consultoria observa que as aprovações aumentam em períodos de bom desempenho econômico (com recusa de apenas 3,2% em 2012/2014) e despencam durante recessões e crises, como na pandemia (23,16% no ano fiscal de 2020). Transições políticas em 2011, 2016 e 2023 não apresentam correlação significativa.
Segundo a seção 214(b) da lei de imigração dos EUA, cada caso é avaliado individualmente, e os oficiais consulares dão prioridade aos vínculos pessoais do solicitante, e não à política macro. Para os planejadores de mobilidade, a lição é pragmática: a macroeconomia — e não a política — determina os “vínculos fortes” que os candidatos precisam comprovar. Quando o PIB cresce, os solicitantes tendem a ter empregos mais estáveis, bens e histórico de viagens, aumentando as chances de aprovação; quando a economia encolhe, as recusas aumentam independentemente do partido no poder.
Assim, as empresas devem focar em documentação financeira, cartas de emprego e histórico de viagens, em vez de especular sobre os resultados eleitorais. O relatório aconselha as equipes de RH a preparar os candidatos com expectativas realistas, enfatizar respostas verdadeiras no formulário DS-160 e evitar mitos sobre a influência presidencial. Também recomenda monitorar indicadores econômicos, como desemprego e taxas de câmbio, que os consulados consideram informalmente ao avaliar a intenção de imigração.
Embora não seja uma declaração oficial dos EUA, a análise oferece uma base estatística atual e relevante para empresas brasileiras que planejam orçamentos e cenários de mobilidade para 2027. Ao desvincular a estratégia de vistos da política eleitoral, permite previsões mais precisas sobre prazos e custos de deslocamentos internacionais.
Fonte: Viaggi Vistos