
A Target Relocation, provedora global de mobilidade com sede em São Paulo, publicou em 14 de outubro um guia atualizado de RH explicando como estrangeiros podem obter a Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) digital no Brasil. A CTPS é o documento obrigatório que registra salários, cargos e benefícios para quem trabalha sob o regime da CLT — incluindo expatriados com residência válida. Desde 2025, a carteira é emitida exclusivamente em formato digital, vinculada ao CPF do titular por meio do aplicativo “Carteira de Trabalho Digital” do governo.
O artigo detalha um processo em seis etapas: confirmar CPF ativo; reunir CRNM (carteira de residência) válida ou visto adequado; criar conta gov.br; baixar o app; validar dados pessoais; e compartilhar o CPF com o empregador para registrar o contrato no eSocial. Entre os erros mais comuns estão divergências entre nomes no passaporte, CPF e CRNM, falta de regularização do CPF e tentar contratar antes da autorização migratória finalizada. Essas falhas podem atrasar o registro na folha de pagamento e expor empresas a multas por trabalho ilegal.
Para líderes de RH, o guia funciona como um checklist prático diante do aumento da fiscalização dos direitos trabalhistas de migrantes. Reforça que a CTPS não substitui a autorização para trabalhar — o colaborador deve ter o visto correto antes — e recomenda coordenação ativa entre as áreas de imigração, fiscal e folha de pagamento. A publicação também reflete a estratégia do governo brasileiro de digitalizar serviços para reduzir a burocracia, exigindo dados precisos entre diferentes órgãos.
Com muitas multinacionais intensificando contratações para grandes projetos de infraestrutura previstos para 2027, entender o fluxo da CTPS digital é fundamental para evitar atrasos e garantir conformidade com a Lei de Migração de 2017 e as obrigações do eSocial a partir de 2026.
O artigo detalha um processo em seis etapas: confirmar CPF ativo; reunir CRNM (carteira de residência) válida ou visto adequado; criar conta gov.br; baixar o app; validar dados pessoais; e compartilhar o CPF com o empregador para registrar o contrato no eSocial. Entre os erros mais comuns estão divergências entre nomes no passaporte, CPF e CRNM, falta de regularização do CPF e tentar contratar antes da autorização migratória finalizada. Essas falhas podem atrasar o registro na folha de pagamento e expor empresas a multas por trabalho ilegal.
Para líderes de RH, o guia funciona como um checklist prático diante do aumento da fiscalização dos direitos trabalhistas de migrantes. Reforça que a CTPS não substitui a autorização para trabalhar — o colaborador deve ter o visto correto antes — e recomenda coordenação ativa entre as áreas de imigração, fiscal e folha de pagamento. A publicação também reflete a estratégia do governo brasileiro de digitalizar serviços para reduzir a burocracia, exigindo dados precisos entre diferentes órgãos.
Com muitas multinacionais intensificando contratações para grandes projetos de infraestrutura previstos para 2027, entender o fluxo da CTPS digital é fundamental para evitar atrasos e garantir conformidade com a Lei de Migração de 2017 e as obrigações do eSocial a partir de 2026.
Fonte: Target Relocation