
Um tribunal federal dos EUA em Manhattan proibiu o Departamento de Segurança Interna (DHS) de encerrar o Status de Proteção Temporária (TPS) para mais de 6.100 cidadãos sírios enquanto o processo judicial está em andamento. A juíza Katherine Polk Failla decidiu que o DHS provavelmente violou a Lei de Procedimento Administrativo ao não considerar as condições atuais do país e ao permitir que fatores políticos influenciassem sua decisão.
Os sírios têm se beneficiado do TPS desde 2012, quando a guerra civil tornou impossível o retorno seguro. A administração Trump tentou, neste ano, encerrar as proteções para várias nacionalidades, alegando que as designações de longa duração ultrapassavam o propósito do programa. A decisão de sexta-feira reflete liminares anteriores envolvendo Haiti e Honduras e indica um ceticismo judicial em relação a cortes amplos no TPS.
Para os empregadores, a liminar significa que os portadores do TPS sírio — e seus Documentos de Autorização de Trabalho (EAD) automáticos — continuam autorizados a trabalhar enquanto o caso segue na justiça. As equipes de RH devem atualizar os lembretes de reverificação do I-9 para refletir a extensão automática de 180 dias do EAD, conforme determinado pela ordem judicial. Empresas com projetos no Oriente Médio também podem ter menos volatilidade nos custos de contratação, já que engenheiros e profissionais de TI sírios podem continuar em funções nos EUA sem a necessidade urgente de pedidos H-1B.
Espera-se que a administração recorra, mas especialistas observam que litígios sobre o TPS costumam se arrastar por anos, estendendo na prática os ciclos de proteção. Líderes de mobilidade devem, portanto, planejar a continuidade da elegibilidade para emprego, orientando os funcionários afetados a manter seus endereços atualizados junto ao USCIS para receber futuras notificações de re-registro.
A decisão reabre o debate político sobre a necessidade de o Congresso criar um caminho humanitário permanente para os beneficiários de TPS de longa data, muitos dos quais construíram famílias e carreiras nos Estados Unidos. Até lá, os programas corporativos de imigração precisarão navegar por um cenário de prazos judiciais provisórios e janelas de re-registro em constante mudança.
Os sírios têm se beneficiado do TPS desde 2012, quando a guerra civil tornou impossível o retorno seguro. A administração Trump tentou, neste ano, encerrar as proteções para várias nacionalidades, alegando que as designações de longa duração ultrapassavam o propósito do programa. A decisão de sexta-feira reflete liminares anteriores envolvendo Haiti e Honduras e indica um ceticismo judicial em relação a cortes amplos no TPS.
Para os empregadores, a liminar significa que os portadores do TPS sírio — e seus Documentos de Autorização de Trabalho (EAD) automáticos — continuam autorizados a trabalhar enquanto o caso segue na justiça. As equipes de RH devem atualizar os lembretes de reverificação do I-9 para refletir a extensão automática de 180 dias do EAD, conforme determinado pela ordem judicial. Empresas com projetos no Oriente Médio também podem ter menos volatilidade nos custos de contratação, já que engenheiros e profissionais de TI sírios podem continuar em funções nos EUA sem a necessidade urgente de pedidos H-1B.
Espera-se que a administração recorra, mas especialistas observam que litígios sobre o TPS costumam se arrastar por anos, estendendo na prática os ciclos de proteção. Líderes de mobilidade devem, portanto, planejar a continuidade da elegibilidade para emprego, orientando os funcionários afetados a manter seus endereços atualizados junto ao USCIS para receber futuras notificações de re-registro.
A decisão reabre o debate político sobre a necessidade de o Congresso criar um caminho humanitário permanente para os beneficiários de TPS de longa data, muitos dos quais construíram famílias e carreiras nos Estados Unidos. Até lá, os programas corporativos de imigração precisarão navegar por um cenário de prazos judiciais provisórios e janelas de re-registro em constante mudança.
Fonte: Reuters
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