
As quatro maiores companhias aéreas da Austrália — Qantas, QantasLink, Jetstar e Virgin Australia — vão proibir o uso e o carregamento de power banks portáteis em todos os voos domésticos e internacionais a partir do próximo mês. A restrição da Virgin começa em 1º de dezembro, enquanto o grupo Qantas seguirá a partir de 15 de dezembro. Cada passageiro poderá transportar até dois power banks com capacidade máxima de 160 Wh (a Virgin exige aprovação prévia para unidades entre 100 Wh e 160 Wh), mas os dispositivos devem permanecer desligados e guardados em local acessível para a tripulação.
As companhias afirmam que a medida, anunciada em 21 de novembro, está alinhada com as diretrizes preliminares da Organização Internacional da Aviação Civil, após mais de 500 incidentes globais envolvendo baterias de íon-lítio nos últimos cinco anos. A decisão também é motivada por dois incêndios ocorridos na Austrália este ano: um fogo a bordo de um Boeing 737 da Virgin e um incidente no Qantas Club, quando um passageiro sofreu queimaduras após a bateria de um dispositivo pegar fogo no bolso.
Para as equipes de mobilidade corporativa, a proibição traz desafios práticos. Viajantes que dependem do celular para autenticação em dois fatores ou para passar por portões automáticos precisarão embarcar com os dispositivos totalmente carregados ou usar as tomadas USB disponíveis nos assentos. As empresas devem atualizar suas políticas de viagem para esclarecer que baterias extras de laptops contam para o limite de duas unidades e devem ser transportadas na bagagem de mão. Proprietários de malas inteligentes precisam remover as baterias antes do check-in para evitar o risco de embarque negado.
Seguradoras de viagem estão revisando as cláusulas relacionadas a “mercadorias perigosas”, e algumas plataformas de gestão de riscos já começaram a alertar sobre itinerários que envolvem voos de conexão em companhias com regras diferentes (por exemplo, a Cathay Pacific limita cada power bank a 20.000 mAh, independentemente dos watt-horas). Salas VIP em grandes aeroportos vão instalar armários para carregamento a tempo do pico do verão, mas aeroportos regionais podem demorar, então os viajantes devem se preparar para uma capacidade reduzida de recarga durante os voos.
As companhias afirmam que a medida, anunciada em 21 de novembro, está alinhada com as diretrizes preliminares da Organização Internacional da Aviação Civil, após mais de 500 incidentes globais envolvendo baterias de íon-lítio nos últimos cinco anos. A decisão também é motivada por dois incêndios ocorridos na Austrália este ano: um fogo a bordo de um Boeing 737 da Virgin e um incidente no Qantas Club, quando um passageiro sofreu queimaduras após a bateria de um dispositivo pegar fogo no bolso.
Para as equipes de mobilidade corporativa, a proibição traz desafios práticos. Viajantes que dependem do celular para autenticação em dois fatores ou para passar por portões automáticos precisarão embarcar com os dispositivos totalmente carregados ou usar as tomadas USB disponíveis nos assentos. As empresas devem atualizar suas políticas de viagem para esclarecer que baterias extras de laptops contam para o limite de duas unidades e devem ser transportadas na bagagem de mão. Proprietários de malas inteligentes precisam remover as baterias antes do check-in para evitar o risco de embarque negado.
Seguradoras de viagem estão revisando as cláusulas relacionadas a “mercadorias perigosas”, e algumas plataformas de gestão de riscos já começaram a alertar sobre itinerários que envolvem voos de conexão em companhias com regras diferentes (por exemplo, a Cathay Pacific limita cada power bank a 20.000 mAh, independentemente dos watt-horas). Salas VIP em grandes aeroportos vão instalar armários para carregamento a tempo do pico do verão, mas aeroportos regionais podem demorar, então os viajantes devem se preparar para uma capacidade reduzida de recarga durante os voos.
Fonte: ABC News
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