
Um procedimento rotineiro de empurrão em São Paulo/Guarulhos na noite de 4 de dezembro ganhou contornos dramáticos quando um veículo de serviço em solo pegou fogo ao lado do voo LA3418 da LATAM, um Airbus A321 com destino a Porto Alegre. O comandante abortou a decolagem, acionou os escorregadores e evacuou 169 passageiros e tripulantes em poucos minutos; não houve feridos.
Os bombeiros do aeroporto controlaram rapidamente as chamas, mas a aeronave precisou passar por inspeção, o que obrigou a LATAM a cancelar a rotação e realocar os passageiros em uma aeronave reserva que partiu duas horas depois. A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) abriu uma investigação sobre o histórico de manutenção do prestador de serviços terceirizado; os resultados preliminares devem sair em até 30 dias e podem impactar os prêmios de seguro para 2026.
Para empregadores multinacionais, o incidente serve de alerta: falhas em equipamentos aumentam durante o pico de viagens nas férias no Brasil, quando o GRU registra mais de 900 movimentos de aeronaves em dias de maior movimento. Gestores de mobilidade devem criar margens nos cronogramas, priorizar partidas no início da manhã sempre que possível e orientar os viajantes sobre os procedimentos de evacuação — deixar bagagens de mão para trás continua sendo um problema recorrente de conformidade.
Empresas que transportam cargas de alto valor nos compartimentos de porão devem verificar se inspeções por danos térmicos podem atrasar a liberação da carga. Sindicatos que representam os trabalhadores de rampa alertam que horas extras crônicas e metas apertadas de turnaround aumentam os riscos de falhas nos equipamentos; os empregadores podem precisar considerar esses potenciais atrasos em seus planos de duty of care e continuidade de negócios.
Os bombeiros do aeroporto controlaram rapidamente as chamas, mas a aeronave precisou passar por inspeção, o que obrigou a LATAM a cancelar a rotação e realocar os passageiros em uma aeronave reserva que partiu duas horas depois. A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) abriu uma investigação sobre o histórico de manutenção do prestador de serviços terceirizado; os resultados preliminares devem sair em até 30 dias e podem impactar os prêmios de seguro para 2026.
Para empregadores multinacionais, o incidente serve de alerta: falhas em equipamentos aumentam durante o pico de viagens nas férias no Brasil, quando o GRU registra mais de 900 movimentos de aeronaves em dias de maior movimento. Gestores de mobilidade devem criar margens nos cronogramas, priorizar partidas no início da manhã sempre que possível e orientar os viajantes sobre os procedimentos de evacuação — deixar bagagens de mão para trás continua sendo um problema recorrente de conformidade.
Empresas que transportam cargas de alto valor nos compartimentos de porão devem verificar se inspeções por danos térmicos podem atrasar a liberação da carga. Sindicatos que representam os trabalhadores de rampa alertam que horas extras crônicas e metas apertadas de turnaround aumentam os riscos de falhas nos equipamentos; os empregadores podem precisar considerar esses potenciais atrasos em seus planos de duty of care e continuidade de negócios.
Fonte: VisaHQ Global Mobility News
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