
A tão esperada temporada de viagens de Natal em Berlim começou de fato. Segundo o Centro de Informação de Tráfego da cidade (VIZ), o trânsito nas rodovias circulares e nas principais vias expressas da capital começou a se intensificar na noite de sexta-feira e deve permanecer intenso durante todo o sábado, à medida que famílias, estudantes internacionais e viajantes a negócios se dirigem aos aeroportos, estações ferroviárias e locadoras de veículos.
Somente no Aeroporto de Berlim-Brandemburgo (BER), mais de 1,1 milhão de passageiros são esperados entre 20 de dezembro e 2 de janeiro — igualando os níveis pré-pandemia pela primeira vez. A operadora do aeroporto, FBB, programou cerca de 7.300 movimentos de voo durante esse período de pico de duas semanas e reabriu filas adicionais de segurança no Terminal 1 para manter o tempo de espera abaixo de 20 minutos. Lufthansa, easyJet e Eurowings escalonaram aeronaves maiores em rotas-chave para cidades europeias (Londres, Madri, Milão) e em voos de lazer de longa distância, como Dubai e Singapura, para atender à demanda.
As redes rodoviária e ferroviária também estão sob pressão. Obras na rodovia A100, próximo à Detmolder Straße, e no entroncamento A115 Dreilinden já causam congestionamentos intermitentes; os motoristas são aconselhados a reservar pelo menos 45 minutos extras para chegar ao BER. A Deutsche Bahn adicionou 50 mil assentos nos serviços ICE e InterCity neste fim de semana, mas o sindicato dos maquinistas GDL alertou que “não descarta” novas paralisações no ano novo caso as negociações salariais não avancem — uma incerteza que os gestores de mobilidade global devem acompanhar de perto.
Para os programas corporativos de viagens, o impacto imediato é duplo: primeiro, os preços das passagens subiram em média 18% nas rotas domésticas alemãs com origem em Berlim, segundo dados de reservas antecipadas da Amadeus. Segundo, a disponibilidade de assentos de última hora está extremamente limitada nos voos noturnos até segunda-feira. As equipes de mobilidade recomendam que os viajantes considerem aeroportos alternativos (Leipzig, Dresden, até Poznań, na Polônia) e levem em conta possíveis atrasos no trânsito ao reservar transfers para o aeroporto.
Olhando para o futuro, a FBB anunciou que publicará em janeiro um relatório pós-operação detalhando as lições aprendidas — um documento que os profissionais de mobilidade devem analisar. Indicadores iniciais sugerem que a ampliação permanente do efetivo de segurança e a expansão da faixa rápida na pista do BER podem se tornar permanentes em 2026, potencialmente melhorando a experiência dos colaboradores em missões na região da capital alemã.
Somente no Aeroporto de Berlim-Brandemburgo (BER), mais de 1,1 milhão de passageiros são esperados entre 20 de dezembro e 2 de janeiro — igualando os níveis pré-pandemia pela primeira vez. A operadora do aeroporto, FBB, programou cerca de 7.300 movimentos de voo durante esse período de pico de duas semanas e reabriu filas adicionais de segurança no Terminal 1 para manter o tempo de espera abaixo de 20 minutos. Lufthansa, easyJet e Eurowings escalonaram aeronaves maiores em rotas-chave para cidades europeias (Londres, Madri, Milão) e em voos de lazer de longa distância, como Dubai e Singapura, para atender à demanda.
As redes rodoviária e ferroviária também estão sob pressão. Obras na rodovia A100, próximo à Detmolder Straße, e no entroncamento A115 Dreilinden já causam congestionamentos intermitentes; os motoristas são aconselhados a reservar pelo menos 45 minutos extras para chegar ao BER. A Deutsche Bahn adicionou 50 mil assentos nos serviços ICE e InterCity neste fim de semana, mas o sindicato dos maquinistas GDL alertou que “não descarta” novas paralisações no ano novo caso as negociações salariais não avancem — uma incerteza que os gestores de mobilidade global devem acompanhar de perto.
Para os programas corporativos de viagens, o impacto imediato é duplo: primeiro, os preços das passagens subiram em média 18% nas rotas domésticas alemãs com origem em Berlim, segundo dados de reservas antecipadas da Amadeus. Segundo, a disponibilidade de assentos de última hora está extremamente limitada nos voos noturnos até segunda-feira. As equipes de mobilidade recomendam que os viajantes considerem aeroportos alternativos (Leipzig, Dresden, até Poznań, na Polônia) e levem em conta possíveis atrasos no trânsito ao reservar transfers para o aeroporto.
Olhando para o futuro, a FBB anunciou que publicará em janeiro um relatório pós-operação detalhando as lições aprendidas — um documento que os profissionais de mobilidade devem analisar. Indicadores iniciais sugerem que a ampliação permanente do efetivo de segurança e a expansão da faixa rápida na pista do BER podem se tornar permanentes em 2026, potencialmente melhorando a experiência dos colaboradores em missões na região da capital alemã.
Fonte: Welt (dpa wire)
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