
O Ministério Federal do Interior estendeu discretamente os controles temporários que reintroduziu em setembro de 2025 em todas as nove fronteiras terrestres da Alemanha — incluindo as passagens da República Tcheca, Polônia, Áustria e Holanda — até 15 de março de 2026. Um aviso confirmando a medida foi publicado no Bundesanzeiger em 29 de dezembro e comunicado aos governos vizinhos durante o Ano Novo; autoridades tchecas confirmaram publicamente a extensão em 3 de janeiro de 2026.
Com essa medida, os agentes da Bundespolizei podem parar carros, ônibus e trens para verificar documentos de identidade, planos de viagem e, quando necessário, comprovação de fundos suficientes. Embora a maioria das verificações seja rápida, operadores de transporte de carga relatam congestionamentos de vários quilômetros nos horários de pico nos corredores A17 e A4. Operadoras ferroviárias na rota Praga-Berlim apontam atrasos de até 30 minutos quando vagões lotados são inspecionados.
A extensão leva a Alemanha ao limite máximo de seis meses permitido pelo Artigo 25 do Código de Fronteiras Schengen, sem autorização especial de Bruxelas, levantando dúvidas sobre o que ocorrerá após meados de março. O ministro do Interior, Alexander Dobrindt, defende a medida como necessária para combater redes de tráfico de pessoas, destacando uma queda de 35% nas entradas irregulares desde a retomada dos controles.
As equipes de mobilidade corporativa devem orientar os trabalhadores transfronteiriços a portar passaportes (e não apenas carteiras de identidade) e prever tempo extra para reuniões. Empregadores que enviam funcionários ao exterior também devem manter certificados A1 e documentação sobre salário mínimo à disposição: fiscalizações pontuais já resultaram em encaminhamentos para inspetores do trabalho.
Entidades comerciais, como as Câmaras de Comércio alemãs, alertam que extensões sucessivas podem normalizar uma medida emergencial e enfraquecer o mercado único. Por enquanto, porém, os controles permanecem — e a burocracia para viagens de negócios também.
Com essa medida, os agentes da Bundespolizei podem parar carros, ônibus e trens para verificar documentos de identidade, planos de viagem e, quando necessário, comprovação de fundos suficientes. Embora a maioria das verificações seja rápida, operadores de transporte de carga relatam congestionamentos de vários quilômetros nos horários de pico nos corredores A17 e A4. Operadoras ferroviárias na rota Praga-Berlim apontam atrasos de até 30 minutos quando vagões lotados são inspecionados.
A extensão leva a Alemanha ao limite máximo de seis meses permitido pelo Artigo 25 do Código de Fronteiras Schengen, sem autorização especial de Bruxelas, levantando dúvidas sobre o que ocorrerá após meados de março. O ministro do Interior, Alexander Dobrindt, defende a medida como necessária para combater redes de tráfico de pessoas, destacando uma queda de 35% nas entradas irregulares desde a retomada dos controles.
As equipes de mobilidade corporativa devem orientar os trabalhadores transfronteiriços a portar passaportes (e não apenas carteiras de identidade) e prever tempo extra para reuniões. Empregadores que enviam funcionários ao exterior também devem manter certificados A1 e documentação sobre salário mínimo à disposição: fiscalizações pontuais já resultaram em encaminhamentos para inspetores do trabalho.
Entidades comerciais, como as Câmaras de Comércio alemãs, alertam que extensões sucessivas podem normalizar uma medida emergencial e enfraquecer o mercado único. Por enquanto, porém, os controles permanecem — e a burocracia para viagens de negócios também.
Fonte: VisaHQ Global Mobility News
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