
As autoridades aduaneiras do Golfo ativaram a primeira fase de uma plataforma eletrônica de intercâmbio de dados que permitirá aos países membros trocar informações de declarações em tempo real. Anunciado em 4 de janeiro, o projeto possibilita a transferência segura de conhecimentos de embarque, códigos HS e dados de perfil de risco entre os Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Bahrein, Kuwait, Omã e Catar.
Para as empresas de logística baseadas nos Emirados, a mudança pode reduzir em horas o tempo de liberação no Porto de Jebel Ali e na fronteira terrestre entre Abu Dhabi e a Arábia Saudita. Autoridades afirmam que o sistema, futuramente, suportará o processamento prévio à chegada, semelhante ao modelo ICS2 da União Europeia, diminuindo inspeções físicas e a burocracia documental.
Fabricantes multinacionais receberam a atualização com entusiasmo, destacando que os processos aduaneiros fragmentados do Golfo há muito complicam as cadeias de suprimentos just-in-time. "Qualquer medida que reduza o tempo de permanência ajuda a manter os engenheiros de projeto no local e diminui a necessidade de garantias caras para importação temporária", afirmou o responsável regional de mobilidade de uma empresa de energia da Fortune 500.
A plataforma integra a agenda mais ampla de mobilidade do Conselho de Cooperação do Golfo (GCC), que também inclui um visto turístico no estilo Schengen e um ponto de controle migratório ‘one-stop’ entre os Emirados Árabes Unidos e o Bahrein, previsto para ser lançado ainda este ano. As empresas são aconselhadas a revisar os procedimentos operacionais padrão dos despachantes e garantir a capacidade de intercâmbio eletrônico de dados (EDI) até o segundo trimestre de 2026, quando a Fase 2 deverá tornar obrigatória a pré-liberação para todas as cargas de alto valor.
Para as empresas de logística baseadas nos Emirados, a mudança pode reduzir em horas o tempo de liberação no Porto de Jebel Ali e na fronteira terrestre entre Abu Dhabi e a Arábia Saudita. Autoridades afirmam que o sistema, futuramente, suportará o processamento prévio à chegada, semelhante ao modelo ICS2 da União Europeia, diminuindo inspeções físicas e a burocracia documental.
Fabricantes multinacionais receberam a atualização com entusiasmo, destacando que os processos aduaneiros fragmentados do Golfo há muito complicam as cadeias de suprimentos just-in-time. "Qualquer medida que reduza o tempo de permanência ajuda a manter os engenheiros de projeto no local e diminui a necessidade de garantias caras para importação temporária", afirmou o responsável regional de mobilidade de uma empresa de energia da Fortune 500.
A plataforma integra a agenda mais ampla de mobilidade do Conselho de Cooperação do Golfo (GCC), que também inclui um visto turístico no estilo Schengen e um ponto de controle migratório ‘one-stop’ entre os Emirados Árabes Unidos e o Bahrein, previsto para ser lançado ainda este ano. As empresas são aconselhadas a revisar os procedimentos operacionais padrão dos despachantes e garantir a capacidade de intercâmbio eletrônico de dados (EDI) até o segundo trimestre de 2026, quando a Fase 2 deverá tornar obrigatória a pré-liberação para todas as cargas de alto valor.
Fonte: Gulf News
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