
Viajantes a negócios com destino à Itália no final desta semana devem se preparar para uma sexta-feira complicada. Diversos sindicatos que representam empresas de serviços aeroportuários e tripulações de cabine convocaram greves simultâneas para o dia 9 de janeiro, afetando quase todos os principais aeroportos italianos.
A ação mais impactante virá dos funcionários de solo filiados à Assohandlers, que planejam uma paralisação nacional de quatro horas, das 13h às 17h. Como os membros da Assohandlers são responsáveis pelo carregamento e descarregamento de bagagens, orientação de aeronaves e serviços de rampa em Roma Fiumicino, Milão Malpensa, Bolonha, Turim e uma dúzia de aeroportos regionais, as companhias aéreas alertam para atrasos em cascata e conexões perdidas. Nos aeroportos de Linate e Malpensa, em Milão, a situação será agravada por greves de 24 horas dos funcionários da Swissport Italia e Airport Handling, o que pode levar ao cancelamento de muitos voos no início da manhã e no final da noite.
As companhias aéreas de baixo custo também serão afetadas. Pilotos e tripulação da easyJet baseados na Itália anunciaram uma paralisação de 24 horas, enquanto a companhia espanhola de baixo custo Vueling suspenderá suas operações das 10h às 18h. Essas ações conjuntas ameaçam paralisar dezenas de voos intraeuropeus que conectam o tráfego corporativo aos centros financeiros italianos. Passageiros com reservas nessas companhias já devem estar recebendo e-mails oferecendo remarcação gratuita ou reembolso; especialistas recomendam optar pelo transporte ferroviário para conexões domésticas de curta distância, sempre que possível.
Embora a legislação italiana exija que os operadores garantam um serviço mínimo durante greves, a experiência mostra que os horários alternativos rapidamente se desorganizam quando vários sindicatos entram em greve simultaneamente. Os gargalos nos serviços de solo frequentemente se refletem nas filas de imigração, já que passageiros que chegam ficam aguardando no pátio por escadas e ônibus. Empresas com reuniões importantes em Milão ou Roma no dia 9 de janeiro devem considerar chegar na noite anterior, acompanhar atentamente os alertas das companhias aéreas e reservar tempo extra para os procedimentos de segurança e imigração na saída.
Olhando para o futuro, janeiro promete ser um mês difícil para a mobilidade: sindicatos de trens e metrôs têm ações programadas para os dias 12 a 15 de janeiro, e motoristas de táxi ameaçam uma greve nacional de 24 horas no dia 13. Gestores de RH e de viagens são aconselhados a manter canais de comunicação abertos e lembrar os funcionários de atualizarem seus itinerários na ferramenta de monitoramento de viajantes da empresa.
A ação mais impactante virá dos funcionários de solo filiados à Assohandlers, que planejam uma paralisação nacional de quatro horas, das 13h às 17h. Como os membros da Assohandlers são responsáveis pelo carregamento e descarregamento de bagagens, orientação de aeronaves e serviços de rampa em Roma Fiumicino, Milão Malpensa, Bolonha, Turim e uma dúzia de aeroportos regionais, as companhias aéreas alertam para atrasos em cascata e conexões perdidas. Nos aeroportos de Linate e Malpensa, em Milão, a situação será agravada por greves de 24 horas dos funcionários da Swissport Italia e Airport Handling, o que pode levar ao cancelamento de muitos voos no início da manhã e no final da noite.
As companhias aéreas de baixo custo também serão afetadas. Pilotos e tripulação da easyJet baseados na Itália anunciaram uma paralisação de 24 horas, enquanto a companhia espanhola de baixo custo Vueling suspenderá suas operações das 10h às 18h. Essas ações conjuntas ameaçam paralisar dezenas de voos intraeuropeus que conectam o tráfego corporativo aos centros financeiros italianos. Passageiros com reservas nessas companhias já devem estar recebendo e-mails oferecendo remarcação gratuita ou reembolso; especialistas recomendam optar pelo transporte ferroviário para conexões domésticas de curta distância, sempre que possível.
Embora a legislação italiana exija que os operadores garantam um serviço mínimo durante greves, a experiência mostra que os horários alternativos rapidamente se desorganizam quando vários sindicatos entram em greve simultaneamente. Os gargalos nos serviços de solo frequentemente se refletem nas filas de imigração, já que passageiros que chegam ficam aguardando no pátio por escadas e ônibus. Empresas com reuniões importantes em Milão ou Roma no dia 9 de janeiro devem considerar chegar na noite anterior, acompanhar atentamente os alertas das companhias aéreas e reservar tempo extra para os procedimentos de segurança e imigração na saída.
Olhando para o futuro, janeiro promete ser um mês difícil para a mobilidade: sindicatos de trens e metrôs têm ações programadas para os dias 12 a 15 de janeiro, e motoristas de táxi ameaçam uma greve nacional de 24 horas no dia 13. Gestores de RH e de viagens são aconselhados a manter canais de comunicação abertos e lembrar os funcionários de atualizarem seus itinerários na ferramenta de monitoramento de viajantes da empresa.
Fonte: Wanted in Rome / VisaHQ