
O Grupo Flughafen Wien registrou um aumento de 5,1% no número de passageiros em março, atendendo 3,15 milhões de viajantes em seus aeroportos de Viena, Malta e Košice, mesmo com as restrições de espaço aéreo relacionadas à guerra que causaram uma queda de 90% nas rotas para o Oriente Médio. O principal hub em Viena teve um crescimento modesto de 1,9%, alcançando 2,27 milhões de passageiros, impulsionado por maiores fatores de ocupação e um leve aumento no tráfego de conexão devido aos voos de reabastecimento da Air India. A administração informou aos analistas que a diversificação entre vários aeroportos está ajudando a amortecer o impacto da crise no Oriente Médio, permitindo que o grupo mantenha suas previsões para o ano inteiro.
No entanto, os gerentes regionais alertaram que qualquer nova escalada pode afetar os fluxos de conexão dos quais Viena depende para manter a conectividade de aeronaves de grande porte para viajantes corporativos rumo à Ásia-Pacífico. Do ponto de vista da mobilidade, os dados evidenciam a rapidez com que choques geopolíticos reverberam pelos corredores de voos de expatriados. Empresas com sede em Viena, mas com equipes de projeto no Golfo, já estão redirecionando suas rotas via Istambul ou Atenas, o que aumenta tanto o tempo quanto os custos. As equipes de compras devem revisar os acordos corporativos de tarifas para garantir que as passagens possam ser alteradas sem penalidades elevadas.
Os números do primeiro trimestre do aeroporto também mostram que o tráfego da Europa Ocidental cresceu quase 8%, indicando que a Áustria continua sendo uma porta de entrada atraente para viagens de negócios dentro da UE. As equipes de realocação de RH podem, portanto, continuar a encaminhar colaboradores em missões de curta duração via Viena com relativa segurança, mas devem monitorar de perto a disponibilidade de assentos nos voos com destino ao leste.
No entanto, os gerentes regionais alertaram que qualquer nova escalada pode afetar os fluxos de conexão dos quais Viena depende para manter a conectividade de aeronaves de grande porte para viajantes corporativos rumo à Ásia-Pacífico. Do ponto de vista da mobilidade, os dados evidenciam a rapidez com que choques geopolíticos reverberam pelos corredores de voos de expatriados. Empresas com sede em Viena, mas com equipes de projeto no Golfo, já estão redirecionando suas rotas via Istambul ou Atenas, o que aumenta tanto o tempo quanto os custos. As equipes de compras devem revisar os acordos corporativos de tarifas para garantir que as passagens possam ser alteradas sem penalidades elevadas.
Os números do primeiro trimestre do aeroporto também mostram que o tráfego da Europa Ocidental cresceu quase 8%, indicando que a Áustria continua sendo uma porta de entrada atraente para viagens de negócios dentro da UE. As equipes de realocação de RH podem, portanto, continuar a encaminhar colaboradores em missões de curta duração via Viena com relativa segurança, mas devem monitorar de perto a disponibilidade de assentos nos voos com destino ao leste.
Fonte: Aviation24.be