
Passageiros que passaram pelo Aeroporto de Londrina nesta manhã foram recebidos por cartazes amarelos vibrantes mostrando um ícone de bateria riscado – a face local das novas restrições nacionais do Brasil sobre power banks no transporte aéreo. A Instrução Suplementar 175, emitida pela ANAC em 6 de abril de 2026, reduz a capacidade máxima dos power banks de íon-lítio permitidos na bagagem de mão de 32.000 mAh para 20.000 mAh, mantendo a proibição antiga de colocá-los na bagagem despachada.
Cícero Valente, supervisor de operações do aeroporto, disse ao portal regional Londrix que quase um em cada cinco passageiros carrega um power bank. Por isso, os agentes de segurança (APACs) foram orientados a pedir que os viajantes retirem os dispositivos das mochilas para uma triagem separada no raio-x, semelhante ao procedimento com laptops. Qualquer unidade que ultrapasse o limite de watt-hora, apresente inchaço ou não tenha etiqueta legível de capacidade deve ser entregue.
As companhias aéreas devem reportar apreensões e incidentes com baterias à ANAC em até 48 horas. A mudança na regra ocorre após um aumento de 27% ano a ano nos casos de fumaça causada por baterias a bordo das companhias brasileiras. No caso mais grave, um dispositivo pegou fogo no compartimento superior durante um voo entre Recife e Brasília em fevereiro, forçando uma descida de emergência.
Para os viajantes frequentes a negócios, o impacto prático é duplo: verificar a capacidade dos power banks promocionais, muitas vezes distribuídos em feiras, e garantir que os dispositivos permaneçam na bagagem de mão, mesmo em conexões apertadas onde agentes de portão possam sugerir o despacho voluntário da bagagem. Políticas corporativas de viagem devem ser atualizadas, e as equipes de compras que adquirem power banks personalizados para brindes de marketing precisam respeitar o limite de 20.000 mAh.
Cícero Valente, supervisor de operações do aeroporto, disse ao portal regional Londrix que quase um em cada cinco passageiros carrega um power bank. Por isso, os agentes de segurança (APACs) foram orientados a pedir que os viajantes retirem os dispositivos das mochilas para uma triagem separada no raio-x, semelhante ao procedimento com laptops. Qualquer unidade que ultrapasse o limite de watt-hora, apresente inchaço ou não tenha etiqueta legível de capacidade deve ser entregue.
As companhias aéreas devem reportar apreensões e incidentes com baterias à ANAC em até 48 horas. A mudança na regra ocorre após um aumento de 27% ano a ano nos casos de fumaça causada por baterias a bordo das companhias brasileiras. No caso mais grave, um dispositivo pegou fogo no compartimento superior durante um voo entre Recife e Brasília em fevereiro, forçando uma descida de emergência.
Para os viajantes frequentes a negócios, o impacto prático é duplo: verificar a capacidade dos power banks promocionais, muitas vezes distribuídos em feiras, e garantir que os dispositivos permaneçam na bagagem de mão, mesmo em conexões apertadas onde agentes de portão possam sugerir o despacho voluntário da bagagem. Políticas corporativas de viagem devem ser atualizadas, e as equipes de compras que adquirem power banks personalizados para brindes de marketing precisam respeitar o limite de 20.000 mAh.
Fonte: Londrix
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