
O Aeroporto de Dublin bateu um novo recorde em outubro, com pouco mais de 3,2 milhões de passageiros, um aumento de 8% em relação ao ano anterior, confirmou a operadora do aeroporto, daa, em 4 de novembro. Esse crescimento marca o sétimo mês consecutivo de alta e ocorre após a decisão do Tribunal Superior em abril de suspender a exigência da Autoridade de Aviação Irlandesa de que a alocação de slots respeitasse o limite anual de 32 milhões de passageiros, enquanto um desafio legal separado segue tramitando nas instituições da UE.
O CEO da daa, Kenny Jacobs, afirmou que a demanda por voos “continua muito alta” e atribuiu a suspensão judicial à possibilidade de as companhias aéreas aumentarem a capacidade, algo que teria sido bloqueado neste inverno. Ryanair e Aer Lingus, em particular, restabeleceram frequências em rotas transatlânticas e intraeuropeias essenciais para negócios, aliviando a pressão sobre os orçamentos corporativos e melhorando a conectividade para multinacionais com sede na Irlanda.
Os números são politicamente sensíveis: moradores locais e o Conselho do Condado de Fingal defendem que o limite de 32 milhões — estabelecido como condição de planejamento na aprovação do Terminal 2 — deve permanecer até que novas medidas de mitigação de ruído sejam implementadas. As companhias aéreas argumentam que o limite está desatualizado, destacando que Dublin ainda opera abaixo de hubs semelhantes, como Copenhague e Lisboa, em termos de slots disponíveis por pista.
Para as equipes de mobilidade global, a principal conclusão imediata é que a disponibilidade de assentos na alta temporada melhorou, mas a incerteza persiste. A Comissão Europeia deve decidir no início de 2026 se o limite de planejamento pode ser legalmente considerado na alocação de slots; uma decisão negativa pode levar à rápida reinstauração das restrições. Portanto, empresas com grande número de funcionários que fazem deslocamentos regulares devem continuar monitorando os prazos de reserva e manter flexibilidade para rotas alternativas via Shannon, Cork ou Belfast, caso o limite seja reativado.
Além disso, a daa confirmou que o aeroporto vai implementar 10 novos portões biométricos para viajantes fora do EEE em dezembro, o que pode reduzir em até cinco minutos o tempo de processamento na chegada para portadores de passaporte elegíveis.
O CEO da daa, Kenny Jacobs, afirmou que a demanda por voos “continua muito alta” e atribuiu a suspensão judicial à possibilidade de as companhias aéreas aumentarem a capacidade, algo que teria sido bloqueado neste inverno. Ryanair e Aer Lingus, em particular, restabeleceram frequências em rotas transatlânticas e intraeuropeias essenciais para negócios, aliviando a pressão sobre os orçamentos corporativos e melhorando a conectividade para multinacionais com sede na Irlanda.
Os números são politicamente sensíveis: moradores locais e o Conselho do Condado de Fingal defendem que o limite de 32 milhões — estabelecido como condição de planejamento na aprovação do Terminal 2 — deve permanecer até que novas medidas de mitigação de ruído sejam implementadas. As companhias aéreas argumentam que o limite está desatualizado, destacando que Dublin ainda opera abaixo de hubs semelhantes, como Copenhague e Lisboa, em termos de slots disponíveis por pista.
Para as equipes de mobilidade global, a principal conclusão imediata é que a disponibilidade de assentos na alta temporada melhorou, mas a incerteza persiste. A Comissão Europeia deve decidir no início de 2026 se o limite de planejamento pode ser legalmente considerado na alocação de slots; uma decisão negativa pode levar à rápida reinstauração das restrições. Portanto, empresas com grande número de funcionários que fazem deslocamentos regulares devem continuar monitorando os prazos de reserva e manter flexibilidade para rotas alternativas via Shannon, Cork ou Belfast, caso o limite seja reativado.
Além disso, a daa confirmou que o aeroporto vai implementar 10 novos portões biométricos para viajantes fora do EEE em dezembro, o que pode reduzir em até cinco minutos o tempo de processamento na chegada para portadores de passaporte elegíveis.
Fonte: Northern Ireland Travel News