
O aeroporto regional de Macaé, no estado do Rio de Janeiro — porta de entrada para o polo offshore de petróleo do Brasil — anunciou em 6 de novembro de 2025 a conclusão do financiamento para uma usina solar de 5,5 MW, que tornará a instalação a primeira do país totalmente abastecida por energia renovável. Segundo a concessionária Zurich Airport Brasil, a instalação começará em dezembro e a planta entrará em operação no segundo trimestre de 2026.
Embora o investimento de R$ 28 milhões (US$ 5,6 milhões) seja modesto para os padrões de infraestrutura energética, seu impacto nos custos operacionais e na contabilização de carbono é significativo. A eletricidade representa cerca de 30% das despesas controláveis do aeroporto; a gestão espera que a mudança reduza a conta de energia em até 70% e ofereça proteção contra a volatilidade dos preços da rede elétrica. O projeto também eliminará cerca de 4.200 toneladas de CO₂ por ano, ajudando as empresas de serviços de petróleo e gás que utilizam o aeroporto a cumprir as metas de emissões do Escopo 3 relacionadas ao deslocamento de funcionários.
Do ponto de vista da mobilidade, a iniciativa de Macaé destaca como aeroportos secundários estão se posicionando como alternativas mais verdes e resilientes para empresas com compromissos ESG rigorosos. A Zurich Airport Brasil já assinou memorandos com a Petrobras e um grupo de grandes empresas internacionais do setor energético para promover o local como ponto preferencial para troca de tripulações offshore.
A iniciativa está alinhada com o esforço mais amplo do Brasil para descarbonizar a aviação. O Ministério dos Portos e Aeroportos está finalizando um programa de incentivos chamado “Aeroportos Verdes”, que permitirá aos operadores que investirem em energia renovável ou infraestrutura de SAF (combustível sustentável de aviação) deduzir parte dos custos das taxas de concessão. A experiência de Macaé deve servir como caso piloto para o programa.
Gestores de viagens devem observar que, embora o volume de passageiros ainda seja modesto — cerca de 500 mil por ano — a imagem de energia limpa de Macaé pode influenciar decisões de seleção de rotas baseadas em responsabilidade social corporativa (CSR). Espera-se que projetos solares ou híbridos semelhantes sejam anunciados em outros aeroportos regionais nos próximos 12 meses, à medida que a competição por contratos de fretamento com foco em ESG se intensifica.
Embora o investimento de R$ 28 milhões (US$ 5,6 milhões) seja modesto para os padrões de infraestrutura energética, seu impacto nos custos operacionais e na contabilização de carbono é significativo. A eletricidade representa cerca de 30% das despesas controláveis do aeroporto; a gestão espera que a mudança reduza a conta de energia em até 70% e ofereça proteção contra a volatilidade dos preços da rede elétrica. O projeto também eliminará cerca de 4.200 toneladas de CO₂ por ano, ajudando as empresas de serviços de petróleo e gás que utilizam o aeroporto a cumprir as metas de emissões do Escopo 3 relacionadas ao deslocamento de funcionários.
Do ponto de vista da mobilidade, a iniciativa de Macaé destaca como aeroportos secundários estão se posicionando como alternativas mais verdes e resilientes para empresas com compromissos ESG rigorosos. A Zurich Airport Brasil já assinou memorandos com a Petrobras e um grupo de grandes empresas internacionais do setor energético para promover o local como ponto preferencial para troca de tripulações offshore.
A iniciativa está alinhada com o esforço mais amplo do Brasil para descarbonizar a aviação. O Ministério dos Portos e Aeroportos está finalizando um programa de incentivos chamado “Aeroportos Verdes”, que permitirá aos operadores que investirem em energia renovável ou infraestrutura de SAF (combustível sustentável de aviação) deduzir parte dos custos das taxas de concessão. A experiência de Macaé deve servir como caso piloto para o programa.
Gestores de viagens devem observar que, embora o volume de passageiros ainda seja modesto — cerca de 500 mil por ano — a imagem de energia limpa de Macaé pode influenciar decisões de seleção de rotas baseadas em responsabilidade social corporativa (CSR). Espera-se que projetos solares ou híbridos semelhantes sejam anunciados em outros aeroportos regionais nos próximos 12 meses, à medida que a competição por contratos de fretamento com foco em ESG se intensifica.
Fonte: Click Petróleo e Gás
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