
Três voos noturnos com destino ao Aeroporto Internacional Rafic Hariri, em Beirute, foram obrigados a desviar para Larnaca e Ancara nas primeiras horas de 15 de novembro, após tempestades violentas tornarem o pouso inseguro. Dois voos da Middle East Airlines (MEA), vindos de Paris e Riad, e um voo da AJet, de Istambul, circularam antes de optarem por Larnaca, onde os passageiros desembarcaram brevemente enquanto as equipes reabasteciam e aguardavam a melhora do tempo.
Os controladores de tráfego aéreo do Chipre ativaram seu plano de contingência para desvios causados pelo clima no Mediterrâneo Oriental, alocando posições remotas e agilizando a imigração para passageiros em trânsito sem visto. O episódio reforça o papel de Larnaca como um centro regional de desvios, especialmente valioso para companhias aéreas cujo destino alternativo — Amã ou Cairo — implica em consumo significativo de combustível.
A Hermes Airports afirmou que os desvios foram gerenciados “sem atrasos ou comprometimento da segurança”, mas o incidente voltou a evidenciar as limitações de capacidade na área de desembarque, que está em reforma. As companhias aéreas elogiaram a rápida operação: as aeronaves da MEA partiram após cerca de uma hora no solo e pousaram com segurança em Beirute assim que a tempestade passou.
Para as equipes de mobilidade corporativa, a principal recomendação é verificar se os viajantes com itinerários pelo Mediterrâneo Oriental possuem documentos de viagem compatíveis com o espaço Schengen ou vistos de múltiplas entradas que permitam entradas não programadas no Chipre. Seguradoras também podem considerar que os serviços de desvio em Larnaca estão incluídos na Auditoria Global de Segurança da IATA a partir de setembro de 2025.
Meteorologistas alertam que a variabilidade climática deve gerar tempestades de inverno mais intensas sobre o Levante, indicando que Larnaca pode registrar aumento de chegadas emergenciais — um fator que pode acelerar os pedidos para a inclusão de mais posições de estacionamento na segunda fase da ampliação do terminal.
Os controladores de tráfego aéreo do Chipre ativaram seu plano de contingência para desvios causados pelo clima no Mediterrâneo Oriental, alocando posições remotas e agilizando a imigração para passageiros em trânsito sem visto. O episódio reforça o papel de Larnaca como um centro regional de desvios, especialmente valioso para companhias aéreas cujo destino alternativo — Amã ou Cairo — implica em consumo significativo de combustível.
A Hermes Airports afirmou que os desvios foram gerenciados “sem atrasos ou comprometimento da segurança”, mas o incidente voltou a evidenciar as limitações de capacidade na área de desembarque, que está em reforma. As companhias aéreas elogiaram a rápida operação: as aeronaves da MEA partiram após cerca de uma hora no solo e pousaram com segurança em Beirute assim que a tempestade passou.
Para as equipes de mobilidade corporativa, a principal recomendação é verificar se os viajantes com itinerários pelo Mediterrâneo Oriental possuem documentos de viagem compatíveis com o espaço Schengen ou vistos de múltiplas entradas que permitam entradas não programadas no Chipre. Seguradoras também podem considerar que os serviços de desvio em Larnaca estão incluídos na Auditoria Global de Segurança da IATA a partir de setembro de 2025.
Meteorologistas alertam que a variabilidade climática deve gerar tempestades de inverno mais intensas sobre o Levante, indicando que Larnaca pode registrar aumento de chegadas emergenciais — um fator que pode acelerar os pedidos para a inclusão de mais posições de estacionamento na segunda fase da ampliação do terminal.
Fonte: L’Orient Today
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