
O secretário de Saúde, Wes Streeting, alertou em 12 de dezembro que a greve planejada de cinco dias pelos médicos residentes, de 17 a 22 de dezembro, pode levar o NHS “à beira do colapso” justamente no momento em que as internações por gripe aumentam. Embora seja apresentada como uma crise interna do sistema de saúde, a disputa tem implicações reais para a mobilidade. Multinacionais dependem rotineiramente dos serviços públicos de emergência e dos encaminhamentos de saúde ocupacional para funcionários em missão, e muitas universidades e empresas de tecnologia empregam grande número de médicos residentes formados no exterior, cujo patrocínio de visto está vinculado às escalas do NHS.
A Associação Médica Britânica (BMA) está realizando uma votação entre seus membros sobre uma proposta do governo que priorizaria médicos formados no Reino Unido para vagas em especialidades, criaria 1.000 novas vagas de treinamento e financiaria as taxas de exames. Caso a proposta seja rejeitada, os consultores temem que os tempos de espera nos departamentos de emergência ultrapassem a meta de quatro horas, dificultando o planejamento do atendimento para viajantes durante uma das semanas de turismo mais movimentadas do ano. Provedores internacionais de assistência já emitiram alertas recomendando que gestores de viagens corporativas confirmem opções de saúde privadas para visitantes que possam ter dificuldades em acessar os centros de atendimento do NHS, sobrecarregados.
Do ponto de vista do cumprimento das regras de visto, os patrocinadores devem garantir que os funcionários em greve continuem atendendo aos requisitos salariais e mantenham seu status migratório. A orientação do Home Office permite ações sindicais legais, mas espera que os empregadores relatem ausências não remuneradas superiores a 10 dias úteis. Organizações que recebem médicos com vistos de Saúde e Cuidados devem monitorar a participação na greve e, sempre que possível, oferecer dias de folga remunerada ou treinamento para evitar violar as obrigações de patrocínio.
Um acordo de última hora ainda é possível — a votação eletrônica da BMA termina em 15 de dezembro —, mas as equipes de mobilidade devem ativar agora os protocolos de contingência: verificar redes de seguro privado, reavaliar a cobertura de evacuação médica de emergência e comunicar rotas alternativas de atendimento a expatriados e viajantes de negócios que chegarão durante o Natal.
A Associação Médica Britânica (BMA) está realizando uma votação entre seus membros sobre uma proposta do governo que priorizaria médicos formados no Reino Unido para vagas em especialidades, criaria 1.000 novas vagas de treinamento e financiaria as taxas de exames. Caso a proposta seja rejeitada, os consultores temem que os tempos de espera nos departamentos de emergência ultrapassem a meta de quatro horas, dificultando o planejamento do atendimento para viajantes durante uma das semanas de turismo mais movimentadas do ano. Provedores internacionais de assistência já emitiram alertas recomendando que gestores de viagens corporativas confirmem opções de saúde privadas para visitantes que possam ter dificuldades em acessar os centros de atendimento do NHS, sobrecarregados.
Do ponto de vista do cumprimento das regras de visto, os patrocinadores devem garantir que os funcionários em greve continuem atendendo aos requisitos salariais e mantenham seu status migratório. A orientação do Home Office permite ações sindicais legais, mas espera que os empregadores relatem ausências não remuneradas superiores a 10 dias úteis. Organizações que recebem médicos com vistos de Saúde e Cuidados devem monitorar a participação na greve e, sempre que possível, oferecer dias de folga remunerada ou treinamento para evitar violar as obrigações de patrocínio.
Um acordo de última hora ainda é possível — a votação eletrônica da BMA termina em 15 de dezembro —, mas as equipes de mobilidade devem ativar agora os protocolos de contingência: verificar redes de seguro privado, reavaliar a cobertura de evacuação médica de emergência e comunicar rotas alternativas de atendimento a expatriados e viajantes de negócios que chegarão durante o Natal.
Fonte: The Guardian