
Faltando menos de oito semanas para o Reino Unido implementar seu novo regime de Autorização Eletrônica de Viagem (ETA), o Ministério do Interior iniciou uma campanha de informação de grande visibilidade direcionada a companhias aéreas, empresas de ferry, operadoras ferroviárias e potenciais visitantes. A partir de 25 de fevereiro de 2026, cidadãos de 85 países isentos de visto — incluindo Estados Unidos, Canadá, Austrália, Japão e todos os países membros da UE — deverão possuir uma ETA aprovada (ou um e-Visto) antes de embarcar em qualquer transporte com destino ao Reino Unido. Cidadãos britânicos e irlandeses continuam isentos, assim como viajantes que já possuam outro tipo de visto britânico ou e-Visto vinculado ao passaporte.
As companhias de transporte terão a obrigação legal de verificar o status da ETA de cada passageiro por meio de uma API governamental, da mesma forma que atualmente conferem os dados do passaporte. O não cumprimento pode acarretar multas civis de até £50.000 por voo ou travessia marítima. Fontes do setor afirmam que o prazo apertado está forçando algumas operadoras a acelerar integrações de TI que estavam previstas para mais tarde no ano, enquanto pequenas empresas de ferry correm para contratar prestadores de serviço terceirizados capazes de se conectar ao sistema de Controle de Fronteiras do Ministério do Interior.
A ETA não é um visto, mas uma pré-autorização digital que custa £16 e tem validade de dois anos (ou até a expiração do passaporte do viajante). A maioria das solicitações é processada automaticamente em minutos, mas as autoridades recomendam que se permita até três dias úteis para eventuais análises manuais. Crianças precisam de uma ETA própria, e viajantes devem reaplicar caso renovem o passaporte.
Do ponto de vista da mobilidade corporativa, a maior mudança operacional está no modelo de responsabilidade das companhias aéreas. Empresas multinacionais que organizam viagens em grupo ou utilizam ferramentas de auto-reserva devem garantir que os viajantes obtenham a ETA com antecedência, sob risco de embarque negado e custos elevados com remarcações de última hora. Gestores de viagens estão atualizando os fluxos de aprovação pré-viagem para incluir a verificação da ETA e lembrando cidadãos com dupla nacionalidade britânica a viajarem com passaporte válido do Reino Unido para evitar taxas desnecessárias.
A longo prazo, o governo vê o sistema como a base de uma estratégia de “fronteira sem contato” que permitirá, futuramente, que portões biométricos reconheçam os viajantes antes mesmo de chegarem aos guichês de imigração. No curto prazo, porém, as empresas devem esperar uma curva de aprendizado e orientar seus funcionários e expatriados a solicitarem a ETA com antecedência para evitar transtornos.
As companhias de transporte terão a obrigação legal de verificar o status da ETA de cada passageiro por meio de uma API governamental, da mesma forma que atualmente conferem os dados do passaporte. O não cumprimento pode acarretar multas civis de até £50.000 por voo ou travessia marítima. Fontes do setor afirmam que o prazo apertado está forçando algumas operadoras a acelerar integrações de TI que estavam previstas para mais tarde no ano, enquanto pequenas empresas de ferry correm para contratar prestadores de serviço terceirizados capazes de se conectar ao sistema de Controle de Fronteiras do Ministério do Interior.
A ETA não é um visto, mas uma pré-autorização digital que custa £16 e tem validade de dois anos (ou até a expiração do passaporte do viajante). A maioria das solicitações é processada automaticamente em minutos, mas as autoridades recomendam que se permita até três dias úteis para eventuais análises manuais. Crianças precisam de uma ETA própria, e viajantes devem reaplicar caso renovem o passaporte.
Do ponto de vista da mobilidade corporativa, a maior mudança operacional está no modelo de responsabilidade das companhias aéreas. Empresas multinacionais que organizam viagens em grupo ou utilizam ferramentas de auto-reserva devem garantir que os viajantes obtenham a ETA com antecedência, sob risco de embarque negado e custos elevados com remarcações de última hora. Gestores de viagens estão atualizando os fluxos de aprovação pré-viagem para incluir a verificação da ETA e lembrando cidadãos com dupla nacionalidade britânica a viajarem com passaporte válido do Reino Unido para evitar taxas desnecessárias.
A longo prazo, o governo vê o sistema como a base de uma estratégia de “fronteira sem contato” que permitirá, futuramente, que portões biométricos reconheçam os viajantes antes mesmo de chegarem aos guichês de imigração. No curto prazo, porém, as empresas devem esperar uma curva de aprendizado e orientar seus funcionários e expatriados a solicitarem a ETA com antecedência para evitar transtornos.
Fonte: VisaHQ Global Mobility News
Como a VisaHQ pode ajudar
A VisaHQ simplifica o processo de solicitação de visto para pessoas e empresas. Confira os requisitos de viagem atuais, prepare os documentos necessários e gerencie sua solicitação on-line pelo portal da VisaHQ para Reino Unido.Mais de Reino Unido
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