
A operadora aeroportuária Aena confirmou que sua rede global transportou 384,8 milhões de passageiros em 2025, um aumento de 4,2% em relação a 2024 e o maior número em seus 30 anos de história. Os dados, divulgados em 22 de janeiro, mostram que apenas os aeroportos espanhóis receberam 321,6 milhões de viajantes, com Madrid-Barajas ultrapassando a marca de 68 milhões e Barcelona-El Prat superando 57 milhões.
Para os gestores de mobilidade, esse dado vai além do prestígio: a ampliação das rotas e o aumento do volume de cargas significam mais disponibilidade de assentos e, potencialmente, tarifas mais baixas para programas de viagens corporativas. Barajas registrou 430.616 movimentos de aeronaves (+2,5%) e 840.331 toneladas de carga (+9,6%), consolidando seu papel como principal porta de entrada para voos de longa distância na Península Ibérica.
Esse crescimento levou a Aena a acelerar investimentos de €2 bilhões em melhorias de capacidade, incluindo a instalação de novos portões automáticos de controle de fronteira, em conformidade com o Sistema de Entrada/Saída da UE. A implantação em Madrid e Barcelona está prevista para começar no segundo trimestre de 2026, oferecendo um prazo curto para que as empresas preparem seus colaboradores para os novos procedimentos biométricos.
No âmbito internacional, as concessões da Aena no Brasil e o aeroporto de London-Luton também bateram recordes, indicando uma recuperação nas rotas alimentadoras que conectam os mercados de trabalho da América Latina e do Reino Unido aos hubs espanhóis. Com a expectativa de crescimento de 3% na capacidade de assentos nas programações de verão, os planejadores de realocação devem revisar acordos com companhias aéreas preferenciais e garantir suas cotas com antecedência.
No entanto, os sindicatos alertam que a falta de pessoal para o atendimento em solo pode voltar a ocorrer durante a semana da Páscoa, caso as negociações coletivas não avancem. Planejar contingências — especialmente para movimentações de colaboradores em grande volume — continua sendo recomendável.
Para os gestores de mobilidade, esse dado vai além do prestígio: a ampliação das rotas e o aumento do volume de cargas significam mais disponibilidade de assentos e, potencialmente, tarifas mais baixas para programas de viagens corporativas. Barajas registrou 430.616 movimentos de aeronaves (+2,5%) e 840.331 toneladas de carga (+9,6%), consolidando seu papel como principal porta de entrada para voos de longa distância na Península Ibérica.
Esse crescimento levou a Aena a acelerar investimentos de €2 bilhões em melhorias de capacidade, incluindo a instalação de novos portões automáticos de controle de fronteira, em conformidade com o Sistema de Entrada/Saída da UE. A implantação em Madrid e Barcelona está prevista para começar no segundo trimestre de 2026, oferecendo um prazo curto para que as empresas preparem seus colaboradores para os novos procedimentos biométricos.
No âmbito internacional, as concessões da Aena no Brasil e o aeroporto de London-Luton também bateram recordes, indicando uma recuperação nas rotas alimentadoras que conectam os mercados de trabalho da América Latina e do Reino Unido aos hubs espanhóis. Com a expectativa de crescimento de 3% na capacidade de assentos nas programações de verão, os planejadores de realocação devem revisar acordos com companhias aéreas preferenciais e garantir suas cotas com antecedência.
No entanto, os sindicatos alertam que a falta de pessoal para o atendimento em solo pode voltar a ocorrer durante a semana da Páscoa, caso as negociações coletivas não avancem. Planejar contingências — especialmente para movimentações de colaboradores em grande volume — continua sendo recomendável.
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