
O conselho editorial do Washington Post alerta que as seções consulares dos EUA — lideradas pela embaixada em Londres — estão negando vistos B-1/B-2 e outros vistos de não-imigrante em taxas inéditas, baseando-se em prisões antigas, algumas até arquivadas. Usando a seção 214(b) da Lei de Imigração e Nacionalidade, os oficiais precisam apenas decidir que o solicitante não tem “vínculos suficientes” com seu país de origem; não é necessária uma condenação criminal formal. Segundo dados do Financial Times citados na matéria, as recusas no posto de Londres dispararam em 2025, apesar de uma queda de 6% no total de chegadas aos EUA.
Viajantes a negócios relatam negativas por infrações antigas, como posse leve de cannabis, mesmo quando já possuíam vistos válidos e cumpriam todas as condições. Advogados de imigração afirmam que as opções de recurso são limitadas: o solicitante deve revelar a prisão e torcer por uma dispensa discricionária, ou omiti-la e correr o risco de ser barrado por falsa declaração permanente.
O editorial argumenta que a política contraria o objetivo declarado do presidente Trump de impulsionar o comércio e o investimento. Só em Londres, foram emitidos cerca de 150 mil vistos de não-imigrante em 2024, muitos para executivos de alto escalão de multinacionais com operações nos EUA. As recusas agora atrapalham reuniões de diretoria, visitas a fábricas e fechamento de negócios, forçando as empresas a transferir encontros para Canadá ou União Europeia.
Para as equipes de mobilidade, a mensagem é clara: nenhuma prisão anterior é pequena demais para ser ignorada. Os viajantes devem obter certidões policiais completas e estar preparados para processos administrativos demorados. As empresas podem precisar orçar alternativas como vistos I ou E-1/E-2 e diversificar os planos de viagem da liderança entre vários executivos.
Embora seja uma opinião, a matéria reforça a crescente preocupação do setor privado de que critérios excessivamente amplos para recusa de vistos estão prejudicando a imagem dos EUA no turismo e nos negócios. Sem uma recalibração da política, analistas esperam que os números de viagens a negócios em 2026 caiam novamente, com efeitos negativos para centros de convenções e empregadores do setor hoteleiro.
Viajantes a negócios relatam negativas por infrações antigas, como posse leve de cannabis, mesmo quando já possuíam vistos válidos e cumpriam todas as condições. Advogados de imigração afirmam que as opções de recurso são limitadas: o solicitante deve revelar a prisão e torcer por uma dispensa discricionária, ou omiti-la e correr o risco de ser barrado por falsa declaração permanente.
O editorial argumenta que a política contraria o objetivo declarado do presidente Trump de impulsionar o comércio e o investimento. Só em Londres, foram emitidos cerca de 150 mil vistos de não-imigrante em 2024, muitos para executivos de alto escalão de multinacionais com operações nos EUA. As recusas agora atrapalham reuniões de diretoria, visitas a fábricas e fechamento de negócios, forçando as empresas a transferir encontros para Canadá ou União Europeia.
Para as equipes de mobilidade, a mensagem é clara: nenhuma prisão anterior é pequena demais para ser ignorada. Os viajantes devem obter certidões policiais completas e estar preparados para processos administrativos demorados. As empresas podem precisar orçar alternativas como vistos I ou E-1/E-2 e diversificar os planos de viagem da liderança entre vários executivos.
Embora seja uma opinião, a matéria reforça a crescente preocupação do setor privado de que critérios excessivamente amplos para recusa de vistos estão prejudicando a imagem dos EUA no turismo e nos negócios. Sem uma recalibração da política, analistas esperam que os números de viagens a negócios em 2026 caiam novamente, com efeitos negativos para centros de convenções e empregadores do setor hoteleiro.
Fonte: The Washington Post
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