
No Dia da Andaluzia, 28 de fevereiro, o Partido Popular aproveitou o destaque midiático da festividade para denunciar o que chama de “colapso” nos controles de fronteira da UE no Aeroporto Málaga-Costa del Sol, o quarto maior ponto de entrada internacional da Espanha. O coordenador provincial, Cristóbal Ortega, afirmou aos jornalistas que passageiros de fora da UE enfrentam rotineiramente esperas de várias horas para passar pelas novas verificações biométricas exigidas pelo Sistema de Entrada/Saída (EES). Ele acusou o Ministro do Interior, Fernando Grande-Marlaska, e o Ministro dos Transportes, Óscar Puente, de não terem alocado os 200 policiais nacionais adicionais prometidos para a implementação do EES.
Os envolvidos no aeroporto apoiam a crítica. Hotéis da federação Costa del Sol relatam ameaças de operadores turísticos de redirecionar o tráfego de voos charter para Faro ou Gibraltar caso as filas persistam durante o pico da Páscoa. A companhia aérea de baixo custo Vueling afirma que atrasos no embarque causados por passageiros que chegam atrasados já forçaram a empresa a reajustar cinco voos noturnos, gerando um custo extra de 42 mil euros em pernoites de tripulação só em fevereiro.
O Ministério do Interior rebate, afirmando que Málaga processou 12,6 milhões de cidadãos de países terceiros em 2025 — um aumento de 21% em relação ao ano anterior — e que o registro biométrico faseado é “inevitavelmente mais lento” nos primeiros meses do programa. No entanto, sindicatos policiais insistem que, sem estações móveis de registro e autorizações para horas extras antes do verão, Málaga corre o risco de se tornar o símbolo da disfunção do EES.
Para as equipes de mobilidade global, a recomendação é prática: aconselhar os viajantes que chegam de fora do espaço Schengen (incluindo cidadãos do Reino Unido) a reservarem pelo menos duas horas extras, preencherem os cartões de chegada sempre que possível e manterem os itinerários flexíveis até que os níveis de pessoal se estabilizem. Empresas com viajantes frequentes também podem considerar redirecionar voos por Sevilha ou Madrid, onde os gargalos do EES são atualmente menores.
Os envolvidos no aeroporto apoiam a crítica. Hotéis da federação Costa del Sol relatam ameaças de operadores turísticos de redirecionar o tráfego de voos charter para Faro ou Gibraltar caso as filas persistam durante o pico da Páscoa. A companhia aérea de baixo custo Vueling afirma que atrasos no embarque causados por passageiros que chegam atrasados já forçaram a empresa a reajustar cinco voos noturnos, gerando um custo extra de 42 mil euros em pernoites de tripulação só em fevereiro.
O Ministério do Interior rebate, afirmando que Málaga processou 12,6 milhões de cidadãos de países terceiros em 2025 — um aumento de 21% em relação ao ano anterior — e que o registro biométrico faseado é “inevitavelmente mais lento” nos primeiros meses do programa. No entanto, sindicatos policiais insistem que, sem estações móveis de registro e autorizações para horas extras antes do verão, Málaga corre o risco de se tornar o símbolo da disfunção do EES.
Para as equipes de mobilidade global, a recomendação é prática: aconselhar os viajantes que chegam de fora do espaço Schengen (incluindo cidadãos do Reino Unido) a reservarem pelo menos duas horas extras, preencherem os cartões de chegada sempre que possível e manterem os itinerários flexíveis até que os níveis de pessoal se estabilizem. Empresas com viajantes frequentes também podem considerar redirecionar voos por Sevilha ou Madrid, onde os gargalos do EES são atualmente menores.
Fonte: Europa Press
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