
Em uma importante vitória processual para os ativistas, o Tribunal Superior concedeu, em 6 de março de 2026, permissão para uma revisão judicial completa da política do Ministério do Interior sobre o “Requisito de Bom Caráter para Nacionalidade”. A ação — movida por um grupo de refugiados e residentes de longa data — argumenta que a versão de 2025 da política orienta ilegalmente os avaliadores a recusarem a naturalização quando o candidato tenha entrado no Reino Unido de forma irregular, independentemente do tempo decorrido ou do grau de integração da pessoa.
Os autores da ação afirmam que a diretriz interpreta incorretamente o teste legal de bom caráter, discrimina refugiados em desacordo com o Artigo 14 da Convenção Europeia dos Direitos Humanos (ECHR) e foi implementada sem uma avaliação adequada de impacto sobre a igualdade. O juiz Kimblin considerou os argumentos plausíveis e marcou uma audiência substantiva de três dias para 9 a 11 de junho de 2026. Diversas ONGs — incluindo Refugee Action e a Unidade de Combate ao Tráfico e Exploração Laboral — apresentaram provas mostrando como a regra tem impedido profissionais altamente qualificados e voluntários comunitários de obterem passaporte britânico.
Para os departamentos de mobilidade global, o caso vai além de uma disputa jurídica técnica. A naturalização costuma ser o passo final em uma estratégia de expatriação; uma política adversa pode comprometer planos de retenção, enfraquecer compromissos com a diversidade da força de trabalho e obrigar empregadores a custear extensões repetidas de visto. As equipes de RH devem revisar os funcionários que dependem da avaliação discricionária de bom caráter e estar preparadas para apoiar novas solicitações caso a regra seja anulada pelo tribunal.
Se a ação for bem-sucedida, o Ministério do Interior poderá ter que reavaliar centenas de recusas e emitir novas diretrizes — potencialmente facilitando a naturalização para residentes de longa data que tenham permanecido além do permitido ou entrado sem autorização. Empresas com talentos vinculados ao Reino Unido por autorizações limitadas devem acompanhar atentamente a audiência de junho e considerar um possível aumento nas solicitações de cidadania em seus modelos de planejamento de pessoal.
Os autores da ação afirmam que a diretriz interpreta incorretamente o teste legal de bom caráter, discrimina refugiados em desacordo com o Artigo 14 da Convenção Europeia dos Direitos Humanos (ECHR) e foi implementada sem uma avaliação adequada de impacto sobre a igualdade. O juiz Kimblin considerou os argumentos plausíveis e marcou uma audiência substantiva de três dias para 9 a 11 de junho de 2026. Diversas ONGs — incluindo Refugee Action e a Unidade de Combate ao Tráfico e Exploração Laboral — apresentaram provas mostrando como a regra tem impedido profissionais altamente qualificados e voluntários comunitários de obterem passaporte britânico.
Para os departamentos de mobilidade global, o caso vai além de uma disputa jurídica técnica. A naturalização costuma ser o passo final em uma estratégia de expatriação; uma política adversa pode comprometer planos de retenção, enfraquecer compromissos com a diversidade da força de trabalho e obrigar empregadores a custear extensões repetidas de visto. As equipes de RH devem revisar os funcionários que dependem da avaliação discricionária de bom caráter e estar preparadas para apoiar novas solicitações caso a regra seja anulada pelo tribunal.
Se a ação for bem-sucedida, o Ministério do Interior poderá ter que reavaliar centenas de recusas e emitir novas diretrizes — potencialmente facilitando a naturalização para residentes de longa data que tenham permanecido além do permitido ou entrado sem autorização. Empresas com talentos vinculados ao Reino Unido por autorizações limitadas devem acompanhar atentamente a audiência de junho e considerar um possível aumento nas solicitações de cidadania em seus modelos de planejamento de pessoal.
Fonte: Duncan Lewis Solicitors
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