
A Agência Austríaca para Educação e Internacionalização (OeAD) e a Advantage Austria realizaram um webinar ao vivo em 29 de abril de 2026, voltado para estudantes, pesquisadores e profissionais de tecnologia brasileiros que consideram se mudar para a Áustria. Representantes do Ministério Federal do Trabalho e do Escritório de Imigração de Viena apresentaram o processo simplificado de obtenção de visto de residência deste ano, destacando o novo portal online para agendamento e a redução do tempo de produção do cartão biométrico, que caiu de oito para quatro semanas.
O foco principal foi o Cartão Vermelho-Branco-Vermelho (RWR Card), o visto austríaco baseado em pontos para trabalho e residência, que agora tem requisitos salariais mínimos mais baixos para graduados em STEM de universidades austríacas. As autoridades confirmaram que os graduados podem fazer a transição direta do visto de estudante para o RWR Card sem precisar retornar ao país de origem — uma dificuldade antiga para estrangeiros fora da UE.
O webinar também destacou mudanças recentes que permitem até 16 horas de trabalho por semana durante os estudos, aliviando a pressão financeira e facilitando o vínculo precoce com empregadores austríacos. Participantes brasileiros ouviram histórias de sucesso da startup de tecnologia SpeedPlex e do fornecedor automotivo Magna Steyr, ambos que contrataram engenheiros brasileiros via o programa RWR Card.
Gerentes de RH aconselharam os futuros candidatos a iniciarem o processo de reconhecimento de competências junto à ENIC-NARIC Áustria antes de solicitar o visto, além de recomendarem um orçamento mínimo de €170 para taxas e traduções. Para as universidades, a mensagem foi clara: diversificar o recrutamento além dos mercados europeus tradicionais. Representantes da TU Graz e da Universidade de Viena anunciaram programas de bolsas que cobrem 50% da mensalidade para candidatos latino-americanos com alto desempenho.
Por sua vez, a embaixada austríaca em Brasília anunciou a criação de uma “fila de estudos” consular dedicada durante os meses de maior demanda (julho a setembro) para reduzir o tempo de espera por agendamento. Com o Brasil enviando mais de 2.000 estudantes para a Áustria no ano passado — um aumento de 27% —, as novas medidas devem acelerar ainda mais esse crescimento. Empresas que buscam talentos de língua portuguesa, especialmente em desenvolvimento de software e tecnologia verde, podem se beneficiar, já que os graduados agora podem permanecer até um ano com visto de busca de emprego antes de fazer a transição para o RWR Card.
O foco principal foi o Cartão Vermelho-Branco-Vermelho (RWR Card), o visto austríaco baseado em pontos para trabalho e residência, que agora tem requisitos salariais mínimos mais baixos para graduados em STEM de universidades austríacas. As autoridades confirmaram que os graduados podem fazer a transição direta do visto de estudante para o RWR Card sem precisar retornar ao país de origem — uma dificuldade antiga para estrangeiros fora da UE.
O webinar também destacou mudanças recentes que permitem até 16 horas de trabalho por semana durante os estudos, aliviando a pressão financeira e facilitando o vínculo precoce com empregadores austríacos. Participantes brasileiros ouviram histórias de sucesso da startup de tecnologia SpeedPlex e do fornecedor automotivo Magna Steyr, ambos que contrataram engenheiros brasileiros via o programa RWR Card.
Gerentes de RH aconselharam os futuros candidatos a iniciarem o processo de reconhecimento de competências junto à ENIC-NARIC Áustria antes de solicitar o visto, além de recomendarem um orçamento mínimo de €170 para taxas e traduções. Para as universidades, a mensagem foi clara: diversificar o recrutamento além dos mercados europeus tradicionais. Representantes da TU Graz e da Universidade de Viena anunciaram programas de bolsas que cobrem 50% da mensalidade para candidatos latino-americanos com alto desempenho.
Por sua vez, a embaixada austríaca em Brasília anunciou a criação de uma “fila de estudos” consular dedicada durante os meses de maior demanda (julho a setembro) para reduzir o tempo de espera por agendamento. Com o Brasil enviando mais de 2.000 estudantes para a Áustria no ano passado — um aumento de 27% —, as novas medidas devem acelerar ainda mais esse crescimento. Empresas que buscam talentos de língua portuguesa, especialmente em desenvolvimento de software e tecnologia verde, podem se beneficiar, já que os graduados agora podem permanecer até um ano com visto de busca de emprego antes de fazer a transição para o RWR Card.