
China e Canadá deram um passo inesperado para restabelecer o fluxo de pessoas em 14 de maio de 2026, quando a mídia canadense noticiou que Pequim havia “concordado em flexibilizar gradualmente os requisitos de visto para visitantes canadenses”. A revelação ocorreu durante uma coletiva do ministro do Comércio canadense, Maninder Sidhu, que atualizou jornalistas sobre as negociações subsequentes à missão histórica do primeiro-ministro Mark Carney a Pequim no início deste ano.
Segundo Sidhu, autoridades chinesas relacionaram a medida à decisão de Ottawa de abrir acesso limitado ao mercado para fabricantes chineses de veículos elétricos e acelerar a aprovação de mais produtos agroalimentares canadenses em plataformas de comércio eletrônico chinesas. Embora nenhum dos governos tenha divulgado um cronograma, fontes de ambos os lados indicam que as discussões giram em torno da extensão do programa unilateral chinês de isenção de visto de 30 dias — atualmente disponível para 49 países — aos portadores de passaporte canadense comum durante o restante do período piloto de 2026.
Se implementada, a mudança reverteria o congelamento iniciado em 2019, quando a China suspendeu os vistos múltiplos de 10 anos para canadenses em meio à disputa com a Huawei. Analistas do setor de turismo estimam que a retomada da entrada sem visto poderia restaurar até 300 mil chegadas anuais a lazer e negócios até 2027, gerando cerca de C$ 1,2 bilhão em gastos de visitantes.
A comunidade empresarial acompanha atentamente. Pequenas e médias empresas canadenses dependem fortemente de viagens curtas e de última hora a fábricas e feiras comerciais na China continental, mas os longos prazos para obtenção de visto dificultam essas visitas. A isenção colocaria o Canadá no mesmo patamar do Reino Unido, que entrou na lista de países com isenção de visto da China em fevereiro, permitindo que exportadores voem para Guangzhou ou Hangzhou com apenas 48 horas de antecedência — essencial para resolver problemas na cadeia de suprimentos.
Para equipes de recursos humanos que gerenciam rotações de expatriados, a mudança facilitaria visitas familiares e viagens emergenciais, reduzindo a burocracia consular e economizando centenas de dólares por viagem. No entanto, gestores de mobilidade alertam que os designados no Canadá ainda precisarão de vistos Z (de trabalho) para estadias superiores a 30 dias ou para qualquer atividade remunerada na China. Eles recomendam acompanhar o site da Administração Nacional de Imigração da China (NIA) para o aviso oficial de implementação antes de planejar viagens.
A longo prazo, especialistas veem o movimento como parte da estratégia mais ampla da China pós-pandemia para atrair investimentos ocidentais, tornando a entrada “mais rápida, barata e previsível”. Caso o programa piloto seja bem-sucedido, Pequim poderá decidir até o final do ano se torna a isenção canadense permanente ou até mesmo retoma os vistos múltiplos de 10 anos suspensos, que eram a base das viagens corporativas antes de 2020.
Segundo Sidhu, autoridades chinesas relacionaram a medida à decisão de Ottawa de abrir acesso limitado ao mercado para fabricantes chineses de veículos elétricos e acelerar a aprovação de mais produtos agroalimentares canadenses em plataformas de comércio eletrônico chinesas. Embora nenhum dos governos tenha divulgado um cronograma, fontes de ambos os lados indicam que as discussões giram em torno da extensão do programa unilateral chinês de isenção de visto de 30 dias — atualmente disponível para 49 países — aos portadores de passaporte canadense comum durante o restante do período piloto de 2026.
Se implementada, a mudança reverteria o congelamento iniciado em 2019, quando a China suspendeu os vistos múltiplos de 10 anos para canadenses em meio à disputa com a Huawei. Analistas do setor de turismo estimam que a retomada da entrada sem visto poderia restaurar até 300 mil chegadas anuais a lazer e negócios até 2027, gerando cerca de C$ 1,2 bilhão em gastos de visitantes.
A comunidade empresarial acompanha atentamente. Pequenas e médias empresas canadenses dependem fortemente de viagens curtas e de última hora a fábricas e feiras comerciais na China continental, mas os longos prazos para obtenção de visto dificultam essas visitas. A isenção colocaria o Canadá no mesmo patamar do Reino Unido, que entrou na lista de países com isenção de visto da China em fevereiro, permitindo que exportadores voem para Guangzhou ou Hangzhou com apenas 48 horas de antecedência — essencial para resolver problemas na cadeia de suprimentos.
Para equipes de recursos humanos que gerenciam rotações de expatriados, a mudança facilitaria visitas familiares e viagens emergenciais, reduzindo a burocracia consular e economizando centenas de dólares por viagem. No entanto, gestores de mobilidade alertam que os designados no Canadá ainda precisarão de vistos Z (de trabalho) para estadias superiores a 30 dias ou para qualquer atividade remunerada na China. Eles recomendam acompanhar o site da Administração Nacional de Imigração da China (NIA) para o aviso oficial de implementação antes de planejar viagens.
A longo prazo, especialistas veem o movimento como parte da estratégia mais ampla da China pós-pandemia para atrair investimentos ocidentais, tornando a entrada “mais rápida, barata e previsível”. Caso o programa piloto seja bem-sucedido, Pequim poderá decidir até o final do ano se torna a isenção canadense permanente ou até mesmo retoma os vistos múltiplos de 10 anos suspensos, que eram a base das viagens corporativas antes de 2020.
Como a VisaHQ pode ajudar
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