
O boletim anual do Ministério do Interior do Reino Unido, “Quantas pessoas vêm ao Reino Unido a cada ano?”, divulgado em 21 de maio de 2026, apresenta os primeiros dados completos do programa de Autorização Eletrônica de Viagem (ETA), que substituiu a entrada sem visto para visitantes da UE em estadias curtas. Das 25,1 milhões de ETAs emitidas no ano encerrado em março de 2026, os cidadãos franceses receberam 2,3 milhões — ficando atrás apenas dos americanos e alemães. Para os viajantes de negócios franceses, os números confirmam que o ETA se tornou uma formalidade rotineira antes da partida, mas também evidenciam o volume em jogo: qualquer falha no sistema ou mudança na política pode interromper instantaneamente centenas de milhares de viagens pelo Canal da Mancha.
O ETA é obrigatório para estadias de até seis meses para turismo, reuniões ou estudos de curta duração, com custo de £16 por requerente. As solicitações são feitas por meio de um aplicativo para smartphone que captura uma biometria facial ao vivo e retorna uma decisão em poucas horas, embora o Ministério do Interior alerte para prazos maiores em casos de histórico migratório adverso. Empresas que operam transporte de funcionários entre Paris e Londres relatam que os colaboradores já incluem o download do app na lista padrão de preparativos, junto com os bilhetes do Eurostar.
No entanto, as equipes de mobilidade precisam monitorar a validade do ETA — cada autorização é válida por dois anos ou até o vencimento do passaporte — e manter um registro centralizado para evitar recusas de última hora nos aeroportos. Cidadãos franceses enviados ao Reino Unido para missões mais longas ainda precisam de visto; o ETA não pode ser convertido no país.
Do ponto de vista das políticas, a adoção do ETA reforça como a pré-autorização digital está transformando as viagens de negócios na Europa. A França lançará seu próprio sistema ETIAS para visitantes isentos de visto no final de 2026; os dados do Ministério do Interior do Reino Unido oferecem uma prévia da escala e dos desafios operacionais que Paris pode enfrentar. As companhias aéreas devem se preparar para sistemas paralelos, em que passageiros franceses que viajam para o Reino Unido precisarão do ETA e, no retorno, colegas não pertencentes à UE poderão precisar do ETIAS para entrar na Área Schengen. A integração fluida via API e o treinamento claro das equipes serão essenciais para evitar confusões nos portões de embarque.
O ETA é obrigatório para estadias de até seis meses para turismo, reuniões ou estudos de curta duração, com custo de £16 por requerente. As solicitações são feitas por meio de um aplicativo para smartphone que captura uma biometria facial ao vivo e retorna uma decisão em poucas horas, embora o Ministério do Interior alerte para prazos maiores em casos de histórico migratório adverso. Empresas que operam transporte de funcionários entre Paris e Londres relatam que os colaboradores já incluem o download do app na lista padrão de preparativos, junto com os bilhetes do Eurostar.
No entanto, as equipes de mobilidade precisam monitorar a validade do ETA — cada autorização é válida por dois anos ou até o vencimento do passaporte — e manter um registro centralizado para evitar recusas de última hora nos aeroportos. Cidadãos franceses enviados ao Reino Unido para missões mais longas ainda precisam de visto; o ETA não pode ser convertido no país.
Do ponto de vista das políticas, a adoção do ETA reforça como a pré-autorização digital está transformando as viagens de negócios na Europa. A França lançará seu próprio sistema ETIAS para visitantes isentos de visto no final de 2026; os dados do Ministério do Interior do Reino Unido oferecem uma prévia da escala e dos desafios operacionais que Paris pode enfrentar. As companhias aéreas devem se preparar para sistemas paralelos, em que passageiros franceses que viajam para o Reino Unido precisarão do ETA e, no retorno, colegas não pertencentes à UE poderão precisar do ETIAS para entrar na Área Schengen. A integração fluida via API e o treinamento claro das equipes serão essenciais para evitar confusões nos portões de embarque.
Fonte: UK Home Office (GOV.UK)
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