
A Embaixada da Alemanha em Nova Délhi confirmou em 2 de junho de 2026 que cidadãos indianos não precisarão mais de visto de trânsito aeroportuário (ATV) ao fazer conexão em Frankfurt, Munique, Berlim ou qualquer outro hub alemão a caminho de um terceiro país. A isenção — publicada no mesmo dia no Bundesgesetzblatt e válida a partir de 3 de junho de 2026 — elimina uma autorização que custava €80 aos viajantes e podia levar até três semanas para ser obtida.
Segundo o Ministério dos Transportes alemão, passageiros indianos representam cerca de 340 mil movimentos de trânsito anuais, sendo o segundo maior mercado de transferências fora da UE, atrás apenas dos Estados Unidos. A Lufthansa e seus parceiros da Star Alliance pressionaram por essa mudança, argumentando que o longo processo para obtenção do visto fazia os viajantes optarem por hubs concorrentes em Doha e Istambul.
A isenção deve aumentar a participação da Alemanha nas rotas Índia–América do Norte e Índia–América Latina, gerando uma receita adicional estimada em €120 milhões em vendas duty-free e serviços auxiliares das companhias aéreas. Para gestores de viagens corporativas, a nova política facilita alterações de itinerário de última hora e amplia as opções de rotas para funcionários indianos a caminho de clientes nas Américas ou África.
Empresas devem atualizar seus processos de aprovação de viagens e ferramentas de reserva para refletir que não é mais necessário o visto ATV alemão para portadores de passaporte indiano, embora os vistos Schengen padrão ou do país de destino ainda possam ser exigidos caso o passageiro planeje sair da zona internacional de trânsito.
Os aeroportos alemães implementarão esta semana balcões de atendimento dedicados e sinalização revisada para garantir a aplicação tranquila da medida. A Polícia Federal orientou as companhias aéreas a continuarem a verificação das informações prévias dos passageiros (API), mas não exigirão mais a comprovação do visto de trânsito no check-in. Os viajantes devem portar passagens confirmadas para o próximo destino e cumprir as normas de segurança aeroportuária.
Segundo o Ministério dos Transportes alemão, passageiros indianos representam cerca de 340 mil movimentos de trânsito anuais, sendo o segundo maior mercado de transferências fora da UE, atrás apenas dos Estados Unidos. A Lufthansa e seus parceiros da Star Alliance pressionaram por essa mudança, argumentando que o longo processo para obtenção do visto fazia os viajantes optarem por hubs concorrentes em Doha e Istambul.
A isenção deve aumentar a participação da Alemanha nas rotas Índia–América do Norte e Índia–América Latina, gerando uma receita adicional estimada em €120 milhões em vendas duty-free e serviços auxiliares das companhias aéreas. Para gestores de viagens corporativas, a nova política facilita alterações de itinerário de última hora e amplia as opções de rotas para funcionários indianos a caminho de clientes nas Américas ou África.
Empresas devem atualizar seus processos de aprovação de viagens e ferramentas de reserva para refletir que não é mais necessário o visto ATV alemão para portadores de passaporte indiano, embora os vistos Schengen padrão ou do país de destino ainda possam ser exigidos caso o passageiro planeje sair da zona internacional de trânsito.
Os aeroportos alemães implementarão esta semana balcões de atendimento dedicados e sinalização revisada para garantir a aplicação tranquila da medida. A Polícia Federal orientou as companhias aéreas a continuarem a verificação das informações prévias dos passageiros (API), mas não exigirão mais a comprovação do visto de trânsito no check-in. Os viajantes devem portar passagens confirmadas para o próximo destino e cumprir as normas de segurança aeroportuária.
Fonte: Business Standard