
Em 3 de junho de 2026, a British Airways (BA) confirmou que seu serviço de longa distância entre o Aeroporto de Londres Heathrow e o Aeroporto Internacional de Dubai (DXB) permanecerá suspenso até, pelo menos, 25 de outubro de 2026. A rota estava prevista para reiniciar em 1º de julho, mas a companhia aérea estendeu a suspensão devido à “continua incerteza no espaço aéreo do Oriente Médio relacionada à guerra no Irã.” Os voos para Bahrein e Amã continuam cancelados até a mesma data, enquanto o serviço da BA para Abu Dhabi não tem previsão de retorno.
A decisão é um golpe para os viajantes corporativos que dependem dos voos diários BA 105/106 para conexões Oneworld e bilhetes integrados para destinos na América do Norte e Europa. Agora, os responsáveis pelas viagens precisam remarcar os funcionários em voos da parceira Qatar Airways via Doha ou buscar capacidade com Emirates e Etihad — que já operam com mais de 90% de ocupação nos trechos do Reino Unido. A BA informou que passageiros com reservas até 31 de outubro podem solicitar reembolso total ou alterar datas sem taxas, mas diferenças tarifárias serão aplicadas caso não haja disponibilidade na mesma classe.
As equipes de mobilidade devem ficar atentas aos custos: um assento de última hora em classe executiva na Emirates para Londres chegou a AED 22.000 esta semana, segundo dados do GDS. Os planejadores de carga aérea enfrentam desafios semelhantes. A rota para Dubai representava cerca de 12% da capacidade de carga da BA World Cargo no Golfo, incluindo medicamentos sensíveis ao tempo. Agora, os agentes de carga precisam garantir espaço nos voos da Etihad entre Abu Dhabi e Londres ou nos cargueiros noturnos da Lufthansa via Frankfurt.
Com o conflito no Irã sem sinais claros de resolução, analistas alertam que seguradoras podem aumentar os prêmios de risco de guerra para companhias aéreas que operam no Golfo, o que pode levar a novas revisões nas malhas aéreas, impactando programas de mobilidade até a alta temporada de 2026.
A decisão é um golpe para os viajantes corporativos que dependem dos voos diários BA 105/106 para conexões Oneworld e bilhetes integrados para destinos na América do Norte e Europa. Agora, os responsáveis pelas viagens precisam remarcar os funcionários em voos da parceira Qatar Airways via Doha ou buscar capacidade com Emirates e Etihad — que já operam com mais de 90% de ocupação nos trechos do Reino Unido. A BA informou que passageiros com reservas até 31 de outubro podem solicitar reembolso total ou alterar datas sem taxas, mas diferenças tarifárias serão aplicadas caso não haja disponibilidade na mesma classe.
As equipes de mobilidade devem ficar atentas aos custos: um assento de última hora em classe executiva na Emirates para Londres chegou a AED 22.000 esta semana, segundo dados do GDS. Os planejadores de carga aérea enfrentam desafios semelhantes. A rota para Dubai representava cerca de 12% da capacidade de carga da BA World Cargo no Golfo, incluindo medicamentos sensíveis ao tempo. Agora, os agentes de carga precisam garantir espaço nos voos da Etihad entre Abu Dhabi e Londres ou nos cargueiros noturnos da Lufthansa via Frankfurt.
Com o conflito no Irã sem sinais claros de resolução, analistas alertam que seguradoras podem aumentar os prêmios de risco de guerra para companhias aéreas que operam no Golfo, o que pode levar a novas revisões nas malhas aéreas, impactando programas de mobilidade até a alta temporada de 2026.
Fonte: Connecting Travel