
A concessionária Aena Brasil fechará permanentemente a entrada atual do Aeroporto de Congonhas para motoristas que vêm do bairro-centro pela Avenida Washington Luís às 5h do sábado, 13 de junho de 2026. Um novo acesso, localizado 50 metros mais ao norte, substituirá o atual, informou a empresa à Panrotas nesta semana. A mudança é necessária para liberar espaço para a cravação de estacas e a realocação de utilidades, parte do projeto de expansão do terminal de R$ 3,3 bilhões, que quase dobrará as áreas para passageiros do aeroporto até 2028.
Embora a alteração pareça pequena no mapa, Congonhas opera mais de 700 decolagens e pousos diários, a maioria deles voos frequentes de shuttle usados pela comunidade empresarial brasileira. Empresas de transporte por aplicativo e serviços corporativos de carros foram orientadas a atualizar seus sistemas de GPS imediatamente; placas instaladas pela CET de São Paulo orientarão os motoristas particulares, mas espera-se congestionamento nos horários de pico até que os condutores se adaptem. O acesso para veículos que vêm na direção centro-bairro permanece inalterado.
Dentro do aeroporto, a separação das faixas para embarque e desembarque também será deslocada alguns metros, e as faixas de pedestres estão sendo reposicionadas. As companhias aéreas já começaram a enviar SMS e notificações por aplicativo recomendando que os passageiros cheguem pelo menos 30 minutos antes do habitual na próxima semana. A estação do monotrilho da Linha 17 do metrô da cidade, prevista para abrir ainda este ano, não será afetada.
Para as equipes de mobilidade corporativa, o principal ponto é que o tempo do trajeto da porta até o portão pode aumentar em até 20 minutos durante o período de adaptação. Gestores de viagens devem revisar os buffers dos motoristas, reajustar os horários de reuniões para os passageiros que fazem viagens de um dia e alertar convidados internacionais que fazem conexão em Congonhas vindos de outras cidades brasileiras. A Aena informa que o plano de tráfego será reavaliado após 30 dias e ajustado caso os gargalos persistam.
Embora a alteração pareça pequena no mapa, Congonhas opera mais de 700 decolagens e pousos diários, a maioria deles voos frequentes de shuttle usados pela comunidade empresarial brasileira. Empresas de transporte por aplicativo e serviços corporativos de carros foram orientadas a atualizar seus sistemas de GPS imediatamente; placas instaladas pela CET de São Paulo orientarão os motoristas particulares, mas espera-se congestionamento nos horários de pico até que os condutores se adaptem. O acesso para veículos que vêm na direção centro-bairro permanece inalterado.
Dentro do aeroporto, a separação das faixas para embarque e desembarque também será deslocada alguns metros, e as faixas de pedestres estão sendo reposicionadas. As companhias aéreas já começaram a enviar SMS e notificações por aplicativo recomendando que os passageiros cheguem pelo menos 30 minutos antes do habitual na próxima semana. A estação do monotrilho da Linha 17 do metrô da cidade, prevista para abrir ainda este ano, não será afetada.
Para as equipes de mobilidade corporativa, o principal ponto é que o tempo do trajeto da porta até o portão pode aumentar em até 20 minutos durante o período de adaptação. Gestores de viagens devem revisar os buffers dos motoristas, reajustar os horários de reuniões para os passageiros que fazem viagens de um dia e alertar convidados internacionais que fazem conexão em Congonhas vindos de outras cidades brasileiras. A Aena informa que o plano de tráfego será reavaliado após 30 dias e ajustado caso os gargalos persistam.
Fonte: Panrotas