
O Aeroporto Regional de Maringá, um centro secundário em rápido crescimento no sul do Brasil, instalou três portões eletrônicos de autoembarque (e-gates) que entrarão em operação no dia 16 de fevereiro. O contrato anual de R$ 529 mil com o fornecedor local Digicon inclui equipamentos, manutenção e treinamento de equipe, e deve reduzir o tempo de fila antes da segurança em até 60%.
Dois portões eletrônicos padrão e um adaptado para acessibilidade farão a leitura automática dos cartões de embarque com código de barras e verificarão os dados dos passageiros no sistema de controle de partidas antes de liberar o acesso ao ponto de segurança. A tecnologia é semelhante à usada nos aeroportos de São Paulo e Rio, mas é inédita no estado do Paraná.
O superintendente do aeroporto, Gustavo Vieira, afirmou que o projeto faz parte de um plano mais amplo de modernização que prevê o triplo do fluxo de passageiros, chegando a 1,6 milhão até 2035. Os dados automatizados de fluxo alimentarão o novo painel analítico do aeroporto, permitindo à gestão otimizar escalas de funcionários e horários das lojas com base na demanda em tempo real — informação valiosa para as companhias aéreas que planejam operações futuras para a região rica em agronegócio.
Para programas de mobilidade global, o avanço significa conexões domésticas mais rápidas para colaboradores que transitam por Maringá rumo a cidades industriais do interior. Também indica que aeroportos de porte médio no Brasil estão acelerando a adoção de tecnologia, algo que prestadores de serviços para expatriados devem acompanhar ao orientar sobre rotas de realocação.
Analistas da aviação civil destacam que o investimento modesto e a economia de 20% em relação ao teto da licitação demonstram um modelo de custo replicável para outros municípios, potencialmente desencadeando uma onda nacional de implantação de e-gates que pode aliviar gargalos antes da cúpula COP30 em 2027.
Dois portões eletrônicos padrão e um adaptado para acessibilidade farão a leitura automática dos cartões de embarque com código de barras e verificarão os dados dos passageiros no sistema de controle de partidas antes de liberar o acesso ao ponto de segurança. A tecnologia é semelhante à usada nos aeroportos de São Paulo e Rio, mas é inédita no estado do Paraná.
O superintendente do aeroporto, Gustavo Vieira, afirmou que o projeto faz parte de um plano mais amplo de modernização que prevê o triplo do fluxo de passageiros, chegando a 1,6 milhão até 2035. Os dados automatizados de fluxo alimentarão o novo painel analítico do aeroporto, permitindo à gestão otimizar escalas de funcionários e horários das lojas com base na demanda em tempo real — informação valiosa para as companhias aéreas que planejam operações futuras para a região rica em agronegócio.
Para programas de mobilidade global, o avanço significa conexões domésticas mais rápidas para colaboradores que transitam por Maringá rumo a cidades industriais do interior. Também indica que aeroportos de porte médio no Brasil estão acelerando a adoção de tecnologia, algo que prestadores de serviços para expatriados devem acompanhar ao orientar sobre rotas de realocação.
Analistas da aviação civil destacam que o investimento modesto e a economia de 20% em relação ao teto da licitação demonstram um modelo de custo replicável para outros municípios, potencialmente desencadeando uma onda nacional de implantação de e-gates que pode aliviar gargalos antes da cúpula COP30 em 2027.
Fonte: AZ Magazine Maringá