
Líderes municipais de São José do Rio Preto se reuniram com reguladores federais em Brasília no dia 11 de junho de 2026 para avançar na transformação do Aeroporto Estadual Professor Eribelto Manoel Reino, atualmente com status internacional provisório, para uma certificação plena e permanente durante todo o ano. Representantes da ANAC, do Ministério dos Portos e Aeroportos, do Ministério da Fazenda e das agências federais de alfândega, vigilância sanitária e agricultura analisaram estudos de fluxo de passageiros e projeções de carga para a região noroeste do estado de São Paulo, rica em agronegócios.
Atualmente, o aeroporto possui uma autorização temporária que permite voos internacionais charter durante os jogos da Copa Libertadores do Mirassol FC. Para obter o status permanente, as autoridades solicitaram melhorias na área de inspeção aduaneira, a instalação de um posto dedicado da Polícia Federal e um scanner de bagagens com fluxo reverso que atenda aos padrões da ICAO. A prefeitura comprometeu R$ 28 milhões — metade financiada pelo banco estadual de desenvolvimento — para concluir as obras até fevereiro de 2027.
As companhias aéreas Azul e Gol demonstraram interesse em lançar voos sazonais para Santa Cruz de la Sierra e Assunção caso o aeroporto receba a nova designação de código. Exportadores locais de produtos frescos, farmacêuticos e dispositivos médicos de alta tecnologia esperam economizar até 20% em logística em comparação com as rotas via Campinas (VCP) ou Guarulhos (GRU).
Do ponto de vista da mobilidade, um hub internacional completo em Rio Preto criaria uma porta de entrada ao norte para viajantes corporativos do interior paulista, reduzindo transferências terrestres e liberando capacidade nos aeroportos congestionados. As equipes de recursos humanos devem atualizar as matrizes de políticas de viagem assim que as operações alfandegárias e os canais de imigração eletrônicos estiverem em funcionamento, previsto para o terceiro trimestre de 2027.
A iniciativa está alinhada à estratégia federal de descentralizar a rede aérea internacional do Brasil, incentivando aeroportos regionais a absorver o tráfego da próxima Copa do Mundo e a crescente demanda de visitantes chineses e mexicanos, beneficiados por recentes isenções de visto e programas de eVisa. Empresas com operações no corredor agroindustrial devem iniciar o planejamento de cenários para exportações diretas e missões técnicas de entrada pelo novo ponto de entrada.
Atualmente, o aeroporto possui uma autorização temporária que permite voos internacionais charter durante os jogos da Copa Libertadores do Mirassol FC. Para obter o status permanente, as autoridades solicitaram melhorias na área de inspeção aduaneira, a instalação de um posto dedicado da Polícia Federal e um scanner de bagagens com fluxo reverso que atenda aos padrões da ICAO. A prefeitura comprometeu R$ 28 milhões — metade financiada pelo banco estadual de desenvolvimento — para concluir as obras até fevereiro de 2027.
As companhias aéreas Azul e Gol demonstraram interesse em lançar voos sazonais para Santa Cruz de la Sierra e Assunção caso o aeroporto receba a nova designação de código. Exportadores locais de produtos frescos, farmacêuticos e dispositivos médicos de alta tecnologia esperam economizar até 20% em logística em comparação com as rotas via Campinas (VCP) ou Guarulhos (GRU).
Do ponto de vista da mobilidade, um hub internacional completo em Rio Preto criaria uma porta de entrada ao norte para viajantes corporativos do interior paulista, reduzindo transferências terrestres e liberando capacidade nos aeroportos congestionados. As equipes de recursos humanos devem atualizar as matrizes de políticas de viagem assim que as operações alfandegárias e os canais de imigração eletrônicos estiverem em funcionamento, previsto para o terceiro trimestre de 2027.
A iniciativa está alinhada à estratégia federal de descentralizar a rede aérea internacional do Brasil, incentivando aeroportos regionais a absorver o tráfego da próxima Copa do Mundo e a crescente demanda de visitantes chineses e mexicanos, beneficiados por recentes isenções de visto e programas de eVisa. Empresas com operações no corredor agroindustrial devem iniciar o planejamento de cenários para exportações diretas e missões técnicas de entrada pelo novo ponto de entrada.
Fonte: Correio da Manhã
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