
Viajantes a negócios receberam uma boa notícia em 1º de novembro: a Vereinigung Cockpit (VC), sindicato que representa 4.800 pilotos da Lufthansa e Lufthansa Cargo, anunciou que dará mais tempo à direção para apresentar uma proposta melhorada sobre as contribuições patronais para a aposentadoria. A decisão evita uma greve imediata que ameaçava a movimentada temporada de conferências de outono e a preparação para os mercados de Natal.
Segundo uma carta obtida pela Reuters, o sindicato estabelecerá um prazo firme, ainda não divulgado, para que a companhia aérea melhore sua posição. Os pilotos já haviam obtido autorização para greve no final de setembro; uma paralisação de 24 horas poderia ter cancelado centenas de voos e causado caos nos hubs de Frankfurt e Munique, que são fundamentais para muitos programas globais de mobilidade.
A Lufthansa argumenta que os pagamentos extras para a aposentadoria exigidos aumentariam os custos trabalhistas em dezenas de milhões de euros por ano, justamente quando a empresa tenta quitar dívidas da pandemia e financiar novas aeronaves A350 para voos de longa distância. A VC rebate dizendo que a equipe de cabine aceitou contenção salarial desde 2020 e merece benefícios de aposentadoria seguros, comparáveis aos da KLM e Air France.
Para os gestores de viagens, a trégua significa que os alertas de interrupção de viagens emitidos anteriormente podem ser rebaixados de vermelho para amarelo, mas as políticas sobre bilhetes flexíveis e contingências para trabalho remoto devem permanecer vigentes. Caso as negociações fracassem após o prazo ainda secreto, a greve pode se estender para o período de pico das férias. Empresas com projetos a serem entregues no fim do ano ou voos de retorno de funcionários via Frankfurt devem garantir tarifas reembolsáveis e acompanhar de perto as declarações do sindicato.
No médio prazo, a disputa reforça a importância de diversificar rotas — Berlim e Düsseldorf agora oferecem mais opções de voos de longa distância do que antes da pandemia — e de incluir alternativas ferroviárias dentro da Alemanha, onde os novos serviços Sprinter da Deutsche Bahn podem substituir voos de curta distância, se necessário.
Segundo uma carta obtida pela Reuters, o sindicato estabelecerá um prazo firme, ainda não divulgado, para que a companhia aérea melhore sua posição. Os pilotos já haviam obtido autorização para greve no final de setembro; uma paralisação de 24 horas poderia ter cancelado centenas de voos e causado caos nos hubs de Frankfurt e Munique, que são fundamentais para muitos programas globais de mobilidade.
A Lufthansa argumenta que os pagamentos extras para a aposentadoria exigidos aumentariam os custos trabalhistas em dezenas de milhões de euros por ano, justamente quando a empresa tenta quitar dívidas da pandemia e financiar novas aeronaves A350 para voos de longa distância. A VC rebate dizendo que a equipe de cabine aceitou contenção salarial desde 2020 e merece benefícios de aposentadoria seguros, comparáveis aos da KLM e Air France.
Para os gestores de viagens, a trégua significa que os alertas de interrupção de viagens emitidos anteriormente podem ser rebaixados de vermelho para amarelo, mas as políticas sobre bilhetes flexíveis e contingências para trabalho remoto devem permanecer vigentes. Caso as negociações fracassem após o prazo ainda secreto, a greve pode se estender para o período de pico das férias. Empresas com projetos a serem entregues no fim do ano ou voos de retorno de funcionários via Frankfurt devem garantir tarifas reembolsáveis e acompanhar de perto as declarações do sindicato.
No médio prazo, a disputa reforça a importância de diversificar rotas — Berlim e Düsseldorf agora oferecem mais opções de voos de longa distância do que antes da pandemia — e de incluir alternativas ferroviárias dentro da Alemanha, onde os novos serviços Sprinter da Deutsche Bahn podem substituir voos de curta distância, se necessário.
Fonte: Reuters