
Buscando descongestionar Bengaluru e distribuir o crescimento econômico, o rascunho da Política de TI de Karnataka 2025-30, divulgado em 14 de novembro, propõe incentivos generosos para empresas que abrirem escritórios em cidades de nível II e III, como Mysuru, Mangaluru e Hubballi. Os benefícios incluem reembolso de 100% do aluguel comercial por três anos, devolução do imposto predial e da taxa de eletricidade, além de subsídios para despesas com telecomunicações.
O estado também vai acelerar aprovações por meio de uma janela única para licenças de zoneamento e oferecer subsídios de 30% sobre o investimento de capital em campi greenfield. Autoridades estimam que o programa pode transferir até 150 mil empregos na área de tecnologia — cerca de 10% da força de trabalho atual de TI em Bengaluru — nos próximos cinco anos.
Para equipes de mobilidade global, a política cria novos destinos de realocação dentro da Índia, o que pode aliviar a pressão salarial causada pelo alto custo de vida em Bengaluru. As empresas poderão precisar ajustar auxílios por dificuldades, orçamentos de moradia e opções educacionais ao transferir funcionários para cidades menores.
Incorporadoras imobiliárias já anunciaram 390 mil metros quadrados de projetos de escritórios de padrão A em Mysuru e Mangaluru, antecipando a demanda. No entanto, ainda há preocupações quanto à conectividade final e ao acesso a voos internacionais; a maioria das cidades secundárias depende de Bengaluru ou Hyderabad para conexões de longa distância, o que aumenta o tempo de viagem para visitas a clientes.
O rascunho está aberto para comentários públicos até 30 de novembro, quando será apresentado na assembleia estadual. Líderes de mobilidade e RH devem acompanhar as diretrizes finais sobre cotas de contratação, já que versões anteriores sugeriam a exigência de 70% de mão de obra local para a elegibilidade aos incentivos.
O estado também vai acelerar aprovações por meio de uma janela única para licenças de zoneamento e oferecer subsídios de 30% sobre o investimento de capital em campi greenfield. Autoridades estimam que o programa pode transferir até 150 mil empregos na área de tecnologia — cerca de 10% da força de trabalho atual de TI em Bengaluru — nos próximos cinco anos.
Para equipes de mobilidade global, a política cria novos destinos de realocação dentro da Índia, o que pode aliviar a pressão salarial causada pelo alto custo de vida em Bengaluru. As empresas poderão precisar ajustar auxílios por dificuldades, orçamentos de moradia e opções educacionais ao transferir funcionários para cidades menores.
Incorporadoras imobiliárias já anunciaram 390 mil metros quadrados de projetos de escritórios de padrão A em Mysuru e Mangaluru, antecipando a demanda. No entanto, ainda há preocupações quanto à conectividade final e ao acesso a voos internacionais; a maioria das cidades secundárias depende de Bengaluru ou Hyderabad para conexões de longa distância, o que aumenta o tempo de viagem para visitas a clientes.
O rascunho está aberto para comentários públicos até 30 de novembro, quando será apresentado na assembleia estadual. Líderes de mobilidade e RH devem acompanhar as diretrizes finais sobre cotas de contratação, já que versões anteriores sugeriam a exigência de 70% de mão de obra local para a elegibilidade aos incentivos.
Fonte: Moneycontrol