
Uma nova onda de turbulência operacional atingiu o mercado bilateral mais movimentado da América do Sul nos dias 18 e 19 de novembro, quando LATAM, GOL, Flybondi e Aerolíneas Argentinas acumularam mais de 200 atrasos e 16 cancelamentos em rotas que ligam São Paulo, Brasília e Buenos Aires. Segundo dados de movimentação aeroportuária compilados pela empresa de suporte a viagens VisaHQ, o atraso médio nas partidas em São Paulo/Guarulhos chegou a 76 minutos, enquanto tempestades na madrugada no aeroporto de Viracopos causaram 22 aeronaves em espera por slots.
As companhias aéreas atribuíram a interrupção a uma combinação de escassez de tripulação, atrasos causados pelo clima e aeronaves paradas aguardando peças de reposição em meio a tensões na cadeia global de suprimentos. O momento é delicado para viajantes corporativos que fazem o trajeto entre as duas economias do Mercosul, especialmente com as rodadas de orçamento de fim de ano e os desdobramentos pós-COP30.
Consultores de risco em viagens relatam aumento nos incidentes relacionados ao dever de cuidado, já que passageiros perderam conexões para Santiago, Bogotá e Madri. Multinacionais estão orientando seus colaboradores a incluir escalas mais longas nos itinerários e evitar agendas apertadas de reuniões no mesmo dia. Seguradoras destacam que algumas apólices exigem um atraso mínimo de quatro horas para acionar benefícios como cobertura de hotel — um limite ultrapassado por cerca de um terço dos voos afetados.
A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) solicitou às companhias aéreas o envio de escalas de contingência para o pico de viagens em dezembro. Enquanto isso, sindicatos de serviços aeroportuários na Argentina ameaçam uma paralisação de quatro horas na próxima semana caso as negociações salariais não avancem, o que pode desestabilizar ainda mais os horários. Gestores de mobilidade devem acompanhar os alertas das companhias, considerar rotas alternativas via Porto Alegre ou Córdoba e lembrar os viajantes de guardar cartões de embarque e certificados de atraso para possíveis reembolsos.
As companhias aéreas atribuíram a interrupção a uma combinação de escassez de tripulação, atrasos causados pelo clima e aeronaves paradas aguardando peças de reposição em meio a tensões na cadeia global de suprimentos. O momento é delicado para viajantes corporativos que fazem o trajeto entre as duas economias do Mercosul, especialmente com as rodadas de orçamento de fim de ano e os desdobramentos pós-COP30.
Consultores de risco em viagens relatam aumento nos incidentes relacionados ao dever de cuidado, já que passageiros perderam conexões para Santiago, Bogotá e Madri. Multinacionais estão orientando seus colaboradores a incluir escalas mais longas nos itinerários e evitar agendas apertadas de reuniões no mesmo dia. Seguradoras destacam que algumas apólices exigem um atraso mínimo de quatro horas para acionar benefícios como cobertura de hotel — um limite ultrapassado por cerca de um terço dos voos afetados.
A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) solicitou às companhias aéreas o envio de escalas de contingência para o pico de viagens em dezembro. Enquanto isso, sindicatos de serviços aeroportuários na Argentina ameaçam uma paralisação de quatro horas na próxima semana caso as negociações salariais não avancem, o que pode desestabilizar ainda mais os horários. Gestores de mobilidade devem acompanhar os alertas das companhias, considerar rotas alternativas via Porto Alegre ou Córdoba e lembrar os viajantes de guardar cartões de embarque e certificados de atraso para possíveis reembolsos.
Fonte: VisaHQ
Como a VisaHQ pode ajudar
VisaHQ simplifica o processo de solicitação de visto para indivíduos e empresas. Verifique os requisitos de viagem atuais, prepare os documentos necessários e gerencie sua solicitação online através do portal VisaHQ Brasil.Mais de Brasil
Ver tudo
DHS Confirma Aumento nas Taxas de Visto em 2026: Brasileiros Pagarão Mais pelo ESTA, EVUS e Solicitações de Liberdade Condicional
Brasil Emite Último Aviso: e-Visto Será Obrigatório para Visitantes dos EUA, Canadá e Austrália a partir de 10 de Abril de 2025