
Novos dados divulgados em 27 de novembro pelo rastreador de voos FlightAware revelam a dimensão completa da paralisação no Aeroporto de Bruxelas no dia anterior. No total, 60 voos foram cancelados e outros 174 sofreram atrasos durante o período de 24 horas, afetando passageiros com destino a Madrid, Genebra, Estocolmo, Atenas e Helsinque, causando impacto em toda a malha aérea europeia.
Embora muitas companhias aéreas tenham antecipado cortes em suas programações, problemas com a escala de tripulações e falta de pessoal nos terminais resultaram em cancelamentos adicionais no mesmo dia. Rotas de longa distância para Nova York e Montreal enfrentaram atrasos de até quatro horas, enquanto as aeronaves aguardavam vagas para estacionamento. A ocupação hoteleira no corredor de Zaventem atingiu 98% no meio da tarde, segundo a Associação Belga de Hotéis, com passageiros em trânsito buscando quartos às pressas.
Empresas de gestão de viagens corporativas (TMCs) relataram um aumento de cinco vezes nas chamadas para remarcações emergenciais. “Clientes com programas globais de mobilidade agora exigem opções de rotas alternativas via Paris ou Amsterdã sempre que a Bélgica anuncia greves,” afirmou Pieter De Coster, diretor da consultoria de RH MoveMent.
Embora a greve tenha terminado, o Aeroporto de Bruxelas alertou que o dia 27 de novembro seria excepcionalmente movimentado, com um acúmulo de 68 mil passageiros — 8 mil a mais que uma quinta-feira comum. Os viajantes são orientados a usar a ferramenta online de aconselhamento de horários do aeroporto e chegar com três horas de antecedência para voos fora do espaço Schengen.
Para as equipes de mobilidade, o episódio reforça a necessidade de painéis de controle em tempo real para monitorar interrupções e orçamentos de contingência para cobrir custos extras de hotelaria e diárias quando hubs estratégicos fecham sem aviso prévio.
Embora muitas companhias aéreas tenham antecipado cortes em suas programações, problemas com a escala de tripulações e falta de pessoal nos terminais resultaram em cancelamentos adicionais no mesmo dia. Rotas de longa distância para Nova York e Montreal enfrentaram atrasos de até quatro horas, enquanto as aeronaves aguardavam vagas para estacionamento. A ocupação hoteleira no corredor de Zaventem atingiu 98% no meio da tarde, segundo a Associação Belga de Hotéis, com passageiros em trânsito buscando quartos às pressas.
Empresas de gestão de viagens corporativas (TMCs) relataram um aumento de cinco vezes nas chamadas para remarcações emergenciais. “Clientes com programas globais de mobilidade agora exigem opções de rotas alternativas via Paris ou Amsterdã sempre que a Bélgica anuncia greves,” afirmou Pieter De Coster, diretor da consultoria de RH MoveMent.
Embora a greve tenha terminado, o Aeroporto de Bruxelas alertou que o dia 27 de novembro seria excepcionalmente movimentado, com um acúmulo de 68 mil passageiros — 8 mil a mais que uma quinta-feira comum. Os viajantes são orientados a usar a ferramenta online de aconselhamento de horários do aeroporto e chegar com três horas de antecedência para voos fora do espaço Schengen.
Para as equipes de mobilidade, o episódio reforça a necessidade de painéis de controle em tempo real para monitorar interrupções e orçamentos de contingência para cobrir custos extras de hotelaria e diárias quando hubs estratégicos fecham sem aviso prévio.
Fonte: Travel & Tour World