
Uma nova onda de greves está prestes a afetar os aeroportos espanhóis nos dias de maior movimento do ano. Segundo reportagens do Gulf News atualizadas às 11h22 CET de 12 de dezembro, a subsidiária de serviços em solo Azul Handling — parceira espanhola da Ryanair — continuará com paralisações alternadas às quartas, sextas, sábados e domingos até 31 de dezembro. As greves ocorrerão em três períodos de pico diários (05h00-09h00, 12h00-15h00, 21h00-23h59) em doze aeroportos, incluindo Madrid-Barajas, Barcelona-El Prat, Málaga, Palma, Tenerife Sul e Gran Canaria.
Embora as leis espanholas exijam que a empresa mantenha pelo menos 70% a 87% dos voos programados, os passageiros devem enfrentar longas filas no check-in, conexões perdidas e atrasos na bagagem. A Ryanair, maior companhia aérea da Espanha em número de assentos, afirma que tentará manter os horários, mas admite que a falta de pessoal já está causando mudanças de portão e troca de aeronaves em cima da hora.
As greves se somam a um cenário de instabilidade no transporte europeu, com paralisações simultâneas de controladores de tráfego aéreo em Portugal e trabalhadores ferroviários na Itália. Para gestores de mobilidade corporativa, a recomendação é clara: aumentar o tempo de conexão, incentivar viagens apenas com bagagem de mão e lembrar os viajantes das regras de compensação da UE261 para atrasos superiores a três horas.
Seguradoras de viagem já registram aumento nos pedidos de reembolso por reuniões perdidas e reservas de hospedagem remarcadas. Enquanto isso, empresas de logística alertam que o acúmulo de cargas em Madrid e Barcelona pode prejudicar as cadeias de suprimentos pré-festivas de produtos de alto valor e peças de reposição essenciais.
Mediadores trabalhistas espanhóis convocaram uma sessão emergencial de negociação para 16 de dezembro, mas os sindicatos afirmam que não vão recuar até que demandas por horas extras, bônus e estabilidade no emprego sejam atendidas. Caso as negociações fracassem, analistas do setor aéreo temem uma crise em cascata na alocação de tripulações, semelhante à do verão de 2022, que custou às companhias aéreas cerca de €120 milhões em indenizações.
Embora as leis espanholas exijam que a empresa mantenha pelo menos 70% a 87% dos voos programados, os passageiros devem enfrentar longas filas no check-in, conexões perdidas e atrasos na bagagem. A Ryanair, maior companhia aérea da Espanha em número de assentos, afirma que tentará manter os horários, mas admite que a falta de pessoal já está causando mudanças de portão e troca de aeronaves em cima da hora.
As greves se somam a um cenário de instabilidade no transporte europeu, com paralisações simultâneas de controladores de tráfego aéreo em Portugal e trabalhadores ferroviários na Itália. Para gestores de mobilidade corporativa, a recomendação é clara: aumentar o tempo de conexão, incentivar viagens apenas com bagagem de mão e lembrar os viajantes das regras de compensação da UE261 para atrasos superiores a três horas.
Seguradoras de viagem já registram aumento nos pedidos de reembolso por reuniões perdidas e reservas de hospedagem remarcadas. Enquanto isso, empresas de logística alertam que o acúmulo de cargas em Madrid e Barcelona pode prejudicar as cadeias de suprimentos pré-festivas de produtos de alto valor e peças de reposição essenciais.
Mediadores trabalhistas espanhóis convocaram uma sessão emergencial de negociação para 16 de dezembro, mas os sindicatos afirmam que não vão recuar até que demandas por horas extras, bônus e estabilidade no emprego sejam atendidas. Caso as negociações fracassem, analistas do setor aéreo temem uma crise em cascata na alocação de tripulações, semelhante à do verão de 2022, que custou às companhias aéreas cerca de €120 milhões em indenizações.
Fonte: Gulf News