
A Polícia de Dubai voltou sua atenção para uma ameaça crescente tanto para quem busca emprego quanto para os departamentos de RH: ofertas falsas de visto e patrocínio que esvaziam contas bancárias e deixam as vítimas sem status legal. Em um comunicado divulgado em 20 de janeiro, o Centro Antifraude da polícia alertou residentes e candidatos estrangeiros para evitarem anúncios nas redes sociais que prometem emprego garantido “com visto” mediante pagamento antecipado.
Os investigadores explicam que os golpistas costumam clonar nomes de empresas legítimas e criar sites com aparência profissional para ganhar a confiança das vítimas. Após o pagamento — geralmente Dh10.000 ou mais — para “processamento de visto” ou “treinamento”, os fraudadores desaparecem. Casos recentes envolveram empresas de fachada que obtinham pequenos lotes de vistos genuínos, traziam trabalhadores para Dubai e os forçavam a trabalhar ilegalmente em empregos informais até a expiração dos vistos.
A operação faz parte do programa mais amplo “Cuidado com a Fraude”, que também combate phishing e esquemas de investimento falsos. Novas regras exigem que empresas que renovam licenças comerciais apresentem extratos bancários, contratos de aluguel Ejari e contas de serviços da DEWA, dificultando a sobrevivência de empresas de fachada nas auditorias. Os infratores podem pegar até três anos de prisão e multas pesadas, conforme o Artigo 451 da lei federal de penalidades.
Para os profissionais de mobilidade, o alerta reforça a necessidade de canalizar todo o recrutamento por meio de agências autorizadas pelo Ministério e verificar os cartões de estabelecimento e as cotas antes de contratar funcionários. Multinacionais são incentivadas a orientar seus parceiros de contratação no exterior — especialmente no Sul da Ásia — sobre os sinais de alerta: ofertas não solicitadas via WhatsApp, domínios de e-mail gratuitos e pedidos de pagamento antes de um contrato formal. Funcionários já nos Emirados Árabes que suspeitem de fraude podem ligar para o 901 ou usar a plataforma de crimes eletrônicos para registrar uma denúncia.
Ao apertar o cerco contra os sindicatos de vistos falsos, Dubai busca proteger a integridade do seu mercado de trabalho e garantir aos empregadores legítimos que os canais de talentos permanecem seguros.
Os investigadores explicam que os golpistas costumam clonar nomes de empresas legítimas e criar sites com aparência profissional para ganhar a confiança das vítimas. Após o pagamento — geralmente Dh10.000 ou mais — para “processamento de visto” ou “treinamento”, os fraudadores desaparecem. Casos recentes envolveram empresas de fachada que obtinham pequenos lotes de vistos genuínos, traziam trabalhadores para Dubai e os forçavam a trabalhar ilegalmente em empregos informais até a expiração dos vistos.
A operação faz parte do programa mais amplo “Cuidado com a Fraude”, que também combate phishing e esquemas de investimento falsos. Novas regras exigem que empresas que renovam licenças comerciais apresentem extratos bancários, contratos de aluguel Ejari e contas de serviços da DEWA, dificultando a sobrevivência de empresas de fachada nas auditorias. Os infratores podem pegar até três anos de prisão e multas pesadas, conforme o Artigo 451 da lei federal de penalidades.
Para os profissionais de mobilidade, o alerta reforça a necessidade de canalizar todo o recrutamento por meio de agências autorizadas pelo Ministério e verificar os cartões de estabelecimento e as cotas antes de contratar funcionários. Multinacionais são incentivadas a orientar seus parceiros de contratação no exterior — especialmente no Sul da Ásia — sobre os sinais de alerta: ofertas não solicitadas via WhatsApp, domínios de e-mail gratuitos e pedidos de pagamento antes de um contrato formal. Funcionários já nos Emirados Árabes que suspeitem de fraude podem ligar para o 901 ou usar a plataforma de crimes eletrônicos para registrar uma denúncia.
Ao apertar o cerco contra os sindicatos de vistos falsos, Dubai busca proteger a integridade do seu mercado de trabalho e garantir aos empregadores legítimos que os canais de talentos permanecem seguros.
Fonte: The National