
O Ministério Adjunto da Migração confirmou, em 27 de janeiro de 2026, que cerca de um quarto dos cidadãos sírios que solicitaram proteção em Chipre optaram por retornar voluntariamente ao seu país. Segundo dados oficiais divulgados pela imprensa local, 2.800 sírios — de aproximadamente 11.000 pedidos pendentes — retiraram suas solicitações de asilo nos últimos meses e embarcaram em voos de retorno assistido.
O ministério atribui essa tendência a um programa de reintegração financiado pela UE, no valor de até €3.200 por adulto, aliado a campanhas informativas intensificadas dentro dos centros de acolhimento. Melhores condições de segurança em algumas regiões da Síria e medidas mais rigorosas de dissuasão na Linha Verde também contribuíram, segundo autoridades.
Para Chipre, essas partidas resultaram em uma queda acentuada nos números de chegadas irregulares: apenas 1.606 migrantes chegaram à ilha até agosto de 2025, contra 9.307 em 2022, e a tendência de queda se manteve no início de 2026. A redução do acúmulo de processos libera os agentes responsáveis, o que deve acelerar a renovação de autorizações de residência e pedidos de autorização de trabalho para empresas multinacionais dos setores de tecnologia e navegação.
No entanto, ONGs alertam que o aumento dos retornos acelerados traz desafios para o monitoramento. “Precisamos de garantias de que as pessoas estão voltando voluntariamente e para áreas seguras”, afirmou Katerina Kyriakou, do Conselho de Refugiados de Chipre, pedindo que o governo divulgue dados de acompanhamento pós-retorno.
As equipes de mobilidade corporativa devem observar que o ministério planeja realocar parte do orçamento — antes destinado à acomodação de longo prazo — para a digitalização dos portais de solicitação e a inclusão de orientações em inglês, o que pode reduzir a carga administrativa dos departamentos de RH.
O ministério atribui essa tendência a um programa de reintegração financiado pela UE, no valor de até €3.200 por adulto, aliado a campanhas informativas intensificadas dentro dos centros de acolhimento. Melhores condições de segurança em algumas regiões da Síria e medidas mais rigorosas de dissuasão na Linha Verde também contribuíram, segundo autoridades.
Para Chipre, essas partidas resultaram em uma queda acentuada nos números de chegadas irregulares: apenas 1.606 migrantes chegaram à ilha até agosto de 2025, contra 9.307 em 2022, e a tendência de queda se manteve no início de 2026. A redução do acúmulo de processos libera os agentes responsáveis, o que deve acelerar a renovação de autorizações de residência e pedidos de autorização de trabalho para empresas multinacionais dos setores de tecnologia e navegação.
No entanto, ONGs alertam que o aumento dos retornos acelerados traz desafios para o monitoramento. “Precisamos de garantias de que as pessoas estão voltando voluntariamente e para áreas seguras”, afirmou Katerina Kyriakou, do Conselho de Refugiados de Chipre, pedindo que o governo divulgue dados de acompanhamento pós-retorno.
As equipes de mobilidade corporativa devem observar que o ministério planeja realocar parte do orçamento — antes destinado à acomodação de longo prazo — para a digitalização dos portais de solicitação e a inclusão de orientações em inglês, o que pode reduzir a carga administrativa dos departamentos de RH.
Fonte: In-Cyprus (Philenews)
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