
Dados da AirHelp divulgados em 9 de fevereiro de 2026 mostram que a Itália registrou 383 voos atrasados e 13 cancelados em 7 de fevereiro nos aeroportos de Roma Fiumicino, Milão Malpensa, Milão Linate, Bérgamo e Catânia. A Ryanair foi a mais afetada, com 121 voos impactados, seguida pela ITA Airways e easyJet. Os atrasos médios nas partidas durante o pico da manhã ultrapassaram 55 minutos.
Sindicatos de serviços de solo atribuem o problema a uma combinação de falta de pessoal pós-pandemia, congestionamento de slots devido à demanda do Carnaval e fortes chuvas na costa tirrênica. Operadores aeroportuários mobilizaram equipes de reserva e unidades de degelo, mas as companhias aéreas ainda inseriram “cancelamentos preventivos” nos sistemas de reserva para reorganizar as rotações das tripulações.
Itinerários corporativos foram duramente afetados: provas da Milan Fashion Week, congressos farmacêuticos em Bolonha e feiras do setor vinícola em Verona relataram conexões perdidas. Gestores de viagens são aconselhados a incluir buffers de quatro horas em conexões no mesmo dia, considerar rotas via Veneza ou Nápoles e verificar cláusulas climáticas antes de solicitar compensação pelo regulamento EU261 (a maioria dos atrasos por condições meteorológicas não gera indenização).
Especialistas alertam que o episódio é um teste de resistência para o próximo Sistema de Entrada/Saída da UE, que a partir de abril incluirá checagens biométricas nos balcões fora do espaço Schengen. Sem reforço de pessoal, tensões operacionais semelhantes podem se agravar com o pico do tráfego de lazer em junho.
Dicas práticas: monitore os voos 24 e 3 horas antes da partida, opte por tarifas corporativas totalmente flexíveis até meados de fevereiro e lembre os viajantes que as companhias aéreas devem fornecer alimentação e hospedagem durante atrasos longos — mesmo quando não há direito a compensação.
Sindicatos de serviços de solo atribuem o problema a uma combinação de falta de pessoal pós-pandemia, congestionamento de slots devido à demanda do Carnaval e fortes chuvas na costa tirrênica. Operadores aeroportuários mobilizaram equipes de reserva e unidades de degelo, mas as companhias aéreas ainda inseriram “cancelamentos preventivos” nos sistemas de reserva para reorganizar as rotações das tripulações.
Itinerários corporativos foram duramente afetados: provas da Milan Fashion Week, congressos farmacêuticos em Bolonha e feiras do setor vinícola em Verona relataram conexões perdidas. Gestores de viagens são aconselhados a incluir buffers de quatro horas em conexões no mesmo dia, considerar rotas via Veneza ou Nápoles e verificar cláusulas climáticas antes de solicitar compensação pelo regulamento EU261 (a maioria dos atrasos por condições meteorológicas não gera indenização).
Especialistas alertam que o episódio é um teste de resistência para o próximo Sistema de Entrada/Saída da UE, que a partir de abril incluirá checagens biométricas nos balcões fora do espaço Schengen. Sem reforço de pessoal, tensões operacionais semelhantes podem se agravar com o pico do tráfego de lazer em junho.
Dicas práticas: monitore os voos 24 e 3 horas antes da partida, opte por tarifas corporativas totalmente flexíveis até meados de fevereiro e lembre os viajantes que as companhias aéreas devem fornecer alimentação e hospedagem durante atrasos longos — mesmo quando não há direito a compensação.
Fonte: AirHelp