
Ottawa anunciou em 13 de fevereiro que o Ministro das Finanças, François-Philippe Champagne, viajará a Bruxelas de 16 a 18 de fevereiro para participar do Eurogrupo e realizar reuniões com líderes da Comissão Europeia e executivos do setor privado. Embora seja principalmente uma missão de diplomacia econômica, a visita provoca um aumento repentino de autoridades canadenses, delegados corporativos e mídia — colocando em evidência a capacidade da Bélgica de facilitar o deslocamento de VIPs sob o novo Sistema de Entrada/Saída da UE (EES) e os problemas contínuos nos portões eletrônicos do Aeroporto de Bruxelas.
Empresas canadenses que enviam executivos para os eventos paralelos do Eurogrupo devem agora considerar tempo extra para o registro biométrico, caso os viajantes ainda não estejam cadastrados no EES. As companhias aéreas foram orientadas a monitorar o limite Schengen de 90/180 dias, já que múltiplas viagens à UE no primeiro trimestre podem gerar alertas automáticos de permanência irregular quando o EES entrar em pleno funcionamento em abril.
Os serviços de protocolo belgas informam que abrirão corredores exclusivos em Zaventem para delegações oficiais, mas viajantes comerciais devem esperar maior movimento nos horários de pico em 15 de fevereiro. Gestores de viagens devem reservar acomodações com antecedência: a Conferência de Segurança de Munique termina em 15 de fevereiro, redirecionando imprensa e alguns delegados diretamente para Bruxelas.
Do ponto de vista político, a missão pode abrir caminho para discussões mais aprofundadas sobre mobilidade laboral entre Canadá e UE, conforme o Capítulo 10 do CETA. Advogados especializados em imigração empresarial esperam que a participação no Eurogrupo reforce os pedidos por um processo simplificado de autorização para transferências intraempresariais sob o CETA na Bélgica — atualmente uma das jurisdições mais lentas para esse tipo de solicitação.
Embora mudanças imediatas na mobilidade sejam improváveis, a visita destaca a importância da Bélgica como centro para viagens corporativas transatlânticas e a necessidade de as empresas acompanharem de perto a rápida evolução da tecnologia de fronteiras no espaço Schengen.
Empresas canadenses que enviam executivos para os eventos paralelos do Eurogrupo devem agora considerar tempo extra para o registro biométrico, caso os viajantes ainda não estejam cadastrados no EES. As companhias aéreas foram orientadas a monitorar o limite Schengen de 90/180 dias, já que múltiplas viagens à UE no primeiro trimestre podem gerar alertas automáticos de permanência irregular quando o EES entrar em pleno funcionamento em abril.
Os serviços de protocolo belgas informam que abrirão corredores exclusivos em Zaventem para delegações oficiais, mas viajantes comerciais devem esperar maior movimento nos horários de pico em 15 de fevereiro. Gestores de viagens devem reservar acomodações com antecedência: a Conferência de Segurança de Munique termina em 15 de fevereiro, redirecionando imprensa e alguns delegados diretamente para Bruxelas.
Do ponto de vista político, a missão pode abrir caminho para discussões mais aprofundadas sobre mobilidade laboral entre Canadá e UE, conforme o Capítulo 10 do CETA. Advogados especializados em imigração empresarial esperam que a participação no Eurogrupo reforce os pedidos por um processo simplificado de autorização para transferências intraempresariais sob o CETA na Bélgica — atualmente uma das jurisdições mais lentas para esse tipo de solicitação.
Embora mudanças imediatas na mobilidade sejam improváveis, a visita destaca a importância da Bélgica como centro para viagens corporativas transatlânticas e a necessidade de as empresas acompanharem de perto a rápida evolução da tecnologia de fronteiras no espaço Schengen.
Fonte: Department of Finance Canada
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