
O Partido Popular (PP), principal oposição da Espanha, anunciou que apresentará emendas ao projeto de lei do governo denominado ‘Ley de Multirreincidencia’, alertando que a legalização em massa de imigrantes indocumentados não pode “premiar reincidentes”. Em entrevista à imprensa no dia 23 de fevereiro, a secretária adjunta do PP, Cuca Gamarra, afirmou que o partido apoia caminhos para a regularização, mas defende uma triagem mais rigorosa dos antecedentes criminais.
Segundo o plano de regularização, os candidatos devem comprovar ficha policial limpa tanto na Espanha quanto em seu país de origem para obter uma autorização de residência e trabalho válida por um ano. O PP argumenta que o projeto não esclarece o que acontece caso o beneficiário acumule múltiplas infrações após a legalização. A emenda proposta pelo partido prevê a expulsão acelerada após uma segunda condenação por furto, violência de gênero ou delitos contra a ordem pública.
Do ponto de vista da mobilidade global, o debate evidencia os desafios políticos que podem alterar as obrigações de conformidade para as equipes de RH. Caso seja aprovada uma fiscalização mais rigorosa após a chegada, empregadores de trabalhadores recém-regularizados poderão ter que apresentar declarações trimestrais de antecedentes criminais sob risco de multas. Empresas que utilizam agências de trabalho temporário precisarão garantir que os subcontratados realizem verificações contínuas de antecedentes.
Consultores de RH destacam que a Espanha já possui uma das cláusulas de segurança pública mais abrangentes da Europa (Artigo 57 da Lei de Imigração), que permite a revogação de autorizações por “infrações graves ou muito graves”. O plano do PP tornaria automática a perda do status para crimes menores acumulados, reduzindo a discricionariedade administrativa.
Empresas que empregam grande número de trabalhadores estrangeiros de baixa qualificação – nos setores agrícola, logístico e de hospitalidade – devem acompanhar o processo legislativo e considerar a possível rotatividade na gestão de suas equipes. O governo detém uma maioria parlamentar estreita, de modo que qualquer apoio de parlamentares independentes à emenda do PP pode atrasar ou enfraquecer o lançamento previsto para abril.
Enquanto isso, advogados recomendam que os empregadores mantenham cópias dos certificados de antecedentes criminais dos funcionários e atualizem os manuais de conformidade para se prepararem caso o texto final imponha novas obrigações de reporte.
Segundo o plano de regularização, os candidatos devem comprovar ficha policial limpa tanto na Espanha quanto em seu país de origem para obter uma autorização de residência e trabalho válida por um ano. O PP argumenta que o projeto não esclarece o que acontece caso o beneficiário acumule múltiplas infrações após a legalização. A emenda proposta pelo partido prevê a expulsão acelerada após uma segunda condenação por furto, violência de gênero ou delitos contra a ordem pública.
Do ponto de vista da mobilidade global, o debate evidencia os desafios políticos que podem alterar as obrigações de conformidade para as equipes de RH. Caso seja aprovada uma fiscalização mais rigorosa após a chegada, empregadores de trabalhadores recém-regularizados poderão ter que apresentar declarações trimestrais de antecedentes criminais sob risco de multas. Empresas que utilizam agências de trabalho temporário precisarão garantir que os subcontratados realizem verificações contínuas de antecedentes.
Consultores de RH destacam que a Espanha já possui uma das cláusulas de segurança pública mais abrangentes da Europa (Artigo 57 da Lei de Imigração), que permite a revogação de autorizações por “infrações graves ou muito graves”. O plano do PP tornaria automática a perda do status para crimes menores acumulados, reduzindo a discricionariedade administrativa.
Empresas que empregam grande número de trabalhadores estrangeiros de baixa qualificação – nos setores agrícola, logístico e de hospitalidade – devem acompanhar o processo legislativo e considerar a possível rotatividade na gestão de suas equipes. O governo detém uma maioria parlamentar estreita, de modo que qualquer apoio de parlamentares independentes à emenda do PP pode atrasar ou enfraquecer o lançamento previsto para abril.
Enquanto isso, advogados recomendam que os empregadores mantenham cópias dos certificados de antecedentes criminais dos funcionários e atualizem os manuais de conformidade para se prepararem caso o texto final imponha novas obrigações de reporte.
Fonte: Europa Press
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