
Em 16 de março de 2026, um resumo de inspeção vazado em fóruns de aviação revelou que uma recente auditoria da Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA) apontou várias não conformidades de Categoria B na frota de longo curso Boeing 787 da Air India. Segundo o documento, os inspetores identificaram atrasos nas verificações de pressurização da cabine e registros inconsistentes dos dados de Operações Estendidas com Dois Motores (ETOPS) — ambos obrigatórios para rotas transatlânticas e transpacíficas.
Embora a EASA não tenha proibido o uso das aeronaves da companhia aérea, a Air India teria recebido um prazo de 15 dias para apresentar um plano de ação corretiva e 60 dias para resolver todas as pendências. O não cumprimento pode resultar em restrições específicas por rota ou aumento das inspeções em solo nos aeroportos da UE.
A companhia opera 56 voos semanais para Frankfurt, Paris, Milão e Copenhague, transportando grande parte do tráfego corporativo e de expatriados. Gestores de mobilidade devem se preparar para possíveis impactos, como trocas de aeronaves de última hora, paradas técnicas mais longas ou redução na frequência dos voos caso aeronaves sejam retiradas de operação para manutenção.
Viajantes com conexões no Espaço Schengen ou nos EUA devem prever tempo extra e acompanhar atentamente as notificações da companhia. Este é o primeiro desafio sério de conformidade para a Air India desde sua privatização em 2025 e o processo de modernização da frota.
Analistas do setor afirmam que, embora as falhas sejam corrigíveis, elas evidenciam práticas antigas de registro de manutenção que a gestão apoiada pela Tata vem tentando reformular. Fortalecer o controle documental e adotar plataformas digitais de manutenção serão essenciais para recuperar a confiança dos reguladores.
Para expatriados internacionais e equipes de projetos, a recomendação imediata é manter condições flexíveis de bilhetes e revisar as listas de companhias aéreas aprovadas até que a Air India comprove total conformidade regulatória.
Embora a EASA não tenha proibido o uso das aeronaves da companhia aérea, a Air India teria recebido um prazo de 15 dias para apresentar um plano de ação corretiva e 60 dias para resolver todas as pendências. O não cumprimento pode resultar em restrições específicas por rota ou aumento das inspeções em solo nos aeroportos da UE.
A companhia opera 56 voos semanais para Frankfurt, Paris, Milão e Copenhague, transportando grande parte do tráfego corporativo e de expatriados. Gestores de mobilidade devem se preparar para possíveis impactos, como trocas de aeronaves de última hora, paradas técnicas mais longas ou redução na frequência dos voos caso aeronaves sejam retiradas de operação para manutenção.
Viajantes com conexões no Espaço Schengen ou nos EUA devem prever tempo extra e acompanhar atentamente as notificações da companhia. Este é o primeiro desafio sério de conformidade para a Air India desde sua privatização em 2025 e o processo de modernização da frota.
Analistas do setor afirmam que, embora as falhas sejam corrigíveis, elas evidenciam práticas antigas de registro de manutenção que a gestão apoiada pela Tata vem tentando reformular. Fortalecer o controle documental e adotar plataformas digitais de manutenção serão essenciais para recuperar a confiança dos reguladores.
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